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O plano do PS para mostrar que Carneiro pode governar

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O plano do PS para mostrar que Carneiro pode governar

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Esta é a história do dia da Rádio Observador. Qual é o plano do PS para mostrar que José Luís Carneiro está preparado para governar?

O país espera do governo que elegeu respostas para as necessidades das pessoas, respostas para o custo de vida, respostas para habitação, respostas para a saúde, respostas para a economia e para melhores salários, respostas para a cooperação territorial e para o desenvolvimento. E aquilo que eu quero que fique claro, que é o mais importante, é esta disponibilidade do PS, esta vontade de, na Assembleia da República, poder dar todo o apoio para concretizar estes objetivos.

Uma alternativa viável. É assim que José Luís Carneiro quer ser visto pelo país. O líder do PS não se cansa de repetir que está disponível para dar a mão ao governo em matérias fundamentais, mas também não poupa nos ataques à liderança de Luís Montenegro.

O que é evidente para todos, tem faltado humildade política. Porque vejam, um partido que fez um congresso para atacar a oposição e não para falar do país, um governo que tem o suporte partidário e que faz uma universidade de verão, devendo transmitir bons valores aos mais jovens, bons princípios aos mais jovens, e quando faz dessa universidade de verão um ataque despudorado às oposições, é um governo que, no mínimo, tem falta de humildade democrática.

Estas duas declarações que escutámos aconteceram esta semana, durante um vasto roteiro que o PS está a fazer pelo interior do país. Uma pequena campanha eleitoral em período de rentrée política, uma operação de charme pelas regiões mais afastadas do litoral português. Esta não é a primeira rota que José Luís Carneiro faz pelo país. Este trabalho tem sido feito desde que chegou à liderança e acontece sempre de relógio na mão. José Luís Carneiro joga com o tempo. Sabe que podem existir eleições a qualquer momento, mas não tem pressa. Ainda assim, quer mostrar, de forma continuada, que está preparado para governar. Hoje falamos desta estratégia do Partido Socialista. Recebemos a Rita Tavares, grande repórter do Observador. Eu sou o Miguel Cordeiro, e esta é a história do dia de sexta-feira, 28 de agosto. Olá, Rita.

Estiveste com José Luís Carneiro esta semana, no roteiro que tem feito o líder do Partido Socialista, rota pelo interior e cooperação transfronteiriça.

É difícil o nome e o trajeto também foi difícil. Em 24 horas fizemos cerca de 1000 km entre Lisboa, ir até Chaves e depois um percurso entre Chaves, Vinhais, Foz Côa e também Freixo de Espada à Cinta, que foi onde terminou o dia. Portanto, foi um dia de muitos quilômetros, quase que parecia já campanha eleitoral.

Pois, de facto, parece esse cenário de campanha, pré-campanha, talvez. Mas já levamos esse aspeto. O que te pareceu ser o grande objetivo desta rota?

Eu acho que há dois, essencialmente. Há um de procura do Partido Socialista ganhar de novo terreno e a confiança dos eleitores, que foi muito abalada em 2025, naquelas legislativas de má memória para os socialistas, em que ficaram como terceira força na Assembleia da República.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.

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