4h. Cheias no Nepal. Número de mortos sobe para 469
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As notícias com Hugo Fortunato de Oliveira. Começamos por olhar para a situação no Nepal. Subiu para 469 o número de vítimas mortais nas fortes cheias. O número foi atualizado pelas autoridades nepalesas já há minutos. Há ainda registro de mais de 1500 desaparecidos, entre os quais estão três cidadãos portugueses. Cerca de 3500 pessoas estão em alojamentos temporários, isto numa altura em que um lago artificial formado na sequência das inundações está em risco elevado de transbordar e de provocar novas enxurradas. A informação é avançada pela agência estatal chinesa Xinhua, citada pela FP. A chuva que continua a cair poderá fazer chegar o lago cerca de três milhões de metros cúbicos de água nos próximos três dias, um volume equivalente a cerca de 1200 piscinas olímpicas. As populações em zonas de risco foram aconselhadas a procurar locais seguros perante riscos de novas cheias. Entretanto, a Comissão Europeia vai mobilizar € 1 milhão para ajudar as vítimas das inundações que atingiram o Nepal. Os fundos destinam-se a cuidados urgentes de saúde, alimentação e de abrigo às vítimas. Na atualidade nacional, José Luís Carneiro quer levar o PS até perto dos 35% nas sondagens antes de arriscar partir para eleições. Dentro da cúpula socialista, essa é considerada a margem mais segura antes de avançar para um ato eleitoral. A relação surge numa altura em que o PS se prepara para uma negociação importante com o governo: o Orçamento do Estado para 2027. Carneiro exige um acordo prévio com o PSD sobre questões essenciais da revisão constitucional para viabilizar o documento e quer que Montenegro esclareça a relação com o Chega. Ao mesmo tempo, o líder socialista tenta recuperar parte dos votos que o PS perdeu para o partido de André Ventura nas últimas legislativas. Esta é uma reportagem que pode ler na íntegra em observador.pt. É assinada pela grande repórter do Observador, Rita Tavares, com fotografia de Diogo Ventura. E depois das críticas de Hugo Soares e de Paulo Rangel na Universidade de Verão do PSD, o antigo ministro socialista João Soares sai em defesa de José Luís Carneiro. Diz que comparar o secretário-geral do PS a André Ventura é uma indecência e recorda o legado do partido.
Comparar o José Luís Carneiro com aquele senhor que é líder do Chega e que nos habituou às coisas mais inacreditáveis desse plano, é uma indecência, porque a verdade é esta: vocês, PSD, são uma parte essencial da espinha dorsal da democracia portuguesa, com muitos momentos maus. E nós somos também uma parte essencial, eu até tendo a dizer, sou suspeito, somos ainda mais essenciais. Nós somos mesmo a coluna vertebral da liberdade e da democracia portuguesa desde sempre, porque tínhamos o antecedente do antes do 25 de abril.
João Soares falou ainda sobre Luís Neves, diz que o ministro da Administração Interna tem sido alvo de uma campanha miserável.
Estamos de tal maneira permanentemente a ser metralhados com coisas completamente secundárias. Eu podia usar um exemplo que já está a passar de moda, que é a casa de campo do atual ministro da Administração Interna.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.