“A liderança que quero imprimir assenta em exigência, confiança e liberdade”
Nuno da Silva Vieira assumiu o cargo de co-managing partner da Paxlegal .
Mais do que uma mudança, o advogado vê o novo desafio como a oportunidade de construir um projeto com identidade própria, capaz de combinar excelência jurídica, inovação e tecnologia e de afirmar Portugal como uma plataforma de referência para o mundo de língua portuguesa.
Vai começar uma nova etapa, o que o levou a aceitar este novo desafio na Paxlegal? Há momentos na carreira em que não estamos propriamente a mudar de caminho.
Estamos a dar consequência a uma visão que fomos construindo ao longo dos anos, e é isso que sinto neste momento.
A decisão não nasce de uma vontade de romper com o passado.
O meu percurso anterior foi extraordinariamente importante para aquilo que sou hoje.
Esta mudança nasce da vontade de levar para o futuro tudo o que aprendi e, ao mesmo tempo, de construir algo mais próximo da visão que tenho há muitos anos sobre a advocacia.
Há cerca de 15 anos escrevi, nesta mesma revista, que Portugal tem condições para ser muito mais do que um mercado jurídico periférico.
Pode ser um verdadeiro centro de interesses da indústria legal.
Temos talento, localização, qualidade de vida e capacidade empresarial.
Temos também uma enorme vantagem estratégica: uma língua falada por centenas de milhões de pessoas.
Acredito numa advocacia pensada em Portugal, em português, mas com vocação para o mundo.
Aceitei este desafio porque encontrei um projeto e pessoas que partilham essa ambição.
Nuno Vieira da Silva, partner da Pax Legal, em entrevista ao ECO/Advocatus Hugo Amaral/ECO O que procura nesta nova etapa que sentia que já não encontrava no projeto anterior? Não vejo esta mudança como a procura de algo que me faltava.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em eco.sapo.pt — o conteúdo pertence a ECO.