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Fragatas. Processo devia ter sido mais transparente?

Observador ·
Fragatas. Processo devia ter sido mais transparente?

Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

Este é o Explicador das manhãs 360º, esta segunda-feira sobre a aquisição de novas fragatas pra Marinha Portuguesa. São nossos convidados Luís Paulo Fernandes, do Chega, Luís Dias, do PS, e João Almeida, do CDS. A moderação é do Bruno Vieira Amaral.

E a aquisição de três fragatas pelo Estado português, que vão custar entre 3 mil e 3.100 milhões de euros, dentro de um programa global de 3.900 milhões de euros, está a gerar polêmica também pelos valores, mas não só. Luís Paulo Fernandes, deputado do Chega, muito bom dia, bem-vindo a este Explicador. Estamos aqui a falar de um investimento militar necessário e com justificação do ponto de vista estratégico ou de um negócio que, pelas dúvidas que entretanto foram levantadas, deveria ter sido apresentado até de uma forma mais transparente antes de ser fechado?

Muito bom dia e antes de mais agradecer o convite e cumprimentar também os colegas que se encontram neste debate. E dizer o seguinte: nós estamos perante um negócio que estrategicamente e militarmente faz falta. O Chega não está contra este investimento, nunca esteve contra o investimento militar, que tem que ser feito. A estratégia militar perante os equipamentos que temos, que já têm muitos anos e estão obsoletos. E, portanto, precisamos. Agora, os negócios têm que ser feitos com transparência e com o devido escrutínio da oposição. E não foi o que se verificou da parte do governo, da parte da AD, agora com o CDS a vir reclamar todos os partidos que deviam era ficar provavelmente calados e não poder sequer comentar notícias dadas por jornalistas e por jornais, independentemente de ser online ou físicos. E, portanto, a transparência existe. E perante os valores que temos e perante uma consultora que à 25ª hora deixou de fazer parte das reuniões, esteve nas reuniões iniciais, depois deixou de fazer parte. É claro que merece o escrutínio da oposição. Os portugueses não esperam dos partidos da oposição, principalmente do Chega, não esperam outra posição que não seja o escrutínio público destes negócios. Quanto para mais, já temos no passado, com o caso dos submarinos, tivemos já muitas suspeitas e esse processo levanta-nos muitas dúvidas, continua a levantar-nos muitas dúvidas. E a resposta que tivemos da parte do CDS e da parte do senhor ministro foi tentar calar o Chega com a ameaça de processos. O que interessa aqui é transparentemente informar o que se passou e o que se está a passar. E se efetivamente houve comissões, não houve comissões, por que a consultora numa fase inicial esteve e agora não está. O que se exige é transparência dos dinheiros públicos, que é devido.

Luís Dias, muito bom dia, deputado do PS, bem-vindo também a este Explicador.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.

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