sexta-feira, 16 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› "O povo foi morto. É lógico que tenhamos o direito de nos defendermos"› Diagnóstico a 500 empresas do Norte revela 15% com objetivos sustentáveis› Idoso atropela fatalmente mulher de 30 anos em Valência após espirrar› Fim de semana de luta: Das acampadas às 'manifs', saiba onde e quando› Bulgária pede reforço aéreo à NATO para combater ataques no Mar Negro› Homem de 69 anos detido por caçar com armadilhas ilegais em Chaves› Cadela encontra bebé recém-nascido abandonado dentro de saco em Itália› OMS alerta sobre aumento de vítimas no Iémen na última semana› Governo etíope cria administração provisória no Tigray por seis meses› Filipe Sousa acusa Ministério Público da Madeira de perseguição política› "O povo foi morto. É lógico que tenhamos o direito de nos defendermos"› Diagnóstico a 500 empresas do Norte revela 15% com objetivos sustentáveis› Idoso atropela fatalmente mulher de 30 anos em Valência após espirrar› Fim de semana de luta: Das acampadas às 'manifs', saiba onde e quando› Bulgária pede reforço aéreo à NATO para combater ataques no Mar Negro› Homem de 69 anos detido por caçar com armadilhas ilegais em Chaves› Cadela encontra bebé recém-nascido abandonado dentro de saco em Itália› OMS alerta sobre aumento de vítimas no Iémen na última semana› Governo etíope cria administração provisória no Tigray por seis meses› Filipe Sousa acusa Ministério Público da Madeira de perseguição política
Últimas

Joaquim Letria (1943–2026). Começou por ser o gosto pela escrita e a defesa dos mais fracos. Depois, havia Tintim

Diário de Notícias ·
Joaquim Letria (1943–2026). Começou por ser o gosto pela escrita e a defesa dos mais fracos. Depois, havia Tintim

1961, 18 anos, Diário de Lisboa.

“Queres um emprego ou queres ser jornalista? Joaquim Letria guardaria para sempre a pergunta, as condições que se seguiram - 50 escudos por dia, sem pagamento nos dias em que não trabalhasse - e a memória de uma redação onde era preciso aprender depressa.

Décadas depois, explicava a escolha: “ Começou por ser o gosto pela escrita.

Depois o gosto pelo jornalismo e defesa dos pobres e dos mais fracos.” Depois, ainda, havia Tintim, acrescentava, e com ele a vontade de viajar e de conhecer a aventura.

Joaquim Letria morreu esta sexta-feira, 16 de outubro, aos 82 anos.

Deixa um percurso que atravessou a imprensa, a rádio e a televisão, a reportagem internacional e a fundação de jornais, mas também a passagem pela Presidência da República, como porta-voz de Ramalho Eanes.

Numa entrevista à Notícias Magazine, em agosto de 2014, tinha 70 anos, percorreu esse caminho sem o apresentar como uma sucessão inevitável de triunfos.

À pergunta sobre se o êxito o surpreendera, respondeu: “Não é fábula, mas nunca tive tempo para pensar nisso.

E pensando bem, não fico surpreendido.

Deu-me muito trabalho.” Nascido em Lisboa a 8 de novembro de 1943, órfão de mãe desde o nascimento e criado pelos avós, contraiu poliomielite aos dez anos.

Na entrevista, descrevia uma recuperação longa e solitária, a dificuldade de abotoar uma camisa, a necessidade de pedir ajuda para tirar do bolso o dinheiro do bilhete do elétrico.

“Quando os dois braços deixaram de servir foi precisa muita força de vontade, mas nunca me servi da doença como desculpa. ” Mais tarde, já no jornal, aprenderia a escrever com um dedo.

A estreia na reportagem foi um incêndio num prédio da Avenida Duque de Loulé.

Mandaram-no.

Ler a notícia completa no Diário de Notícias ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.dn.pt — o conteúdo pertence a Diário de Notícias.

Este assunto em outros veículos

Mais de Diário de Notícias

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›