As notícias das 22h
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Rádio Observador. Começa agora o jornal das 10, edição do jornalista Martim Madeira. Martim, começamos com a MEO, que foi alvo de ataque em massa.
A empresa garante, no entanto, que não houve acesso a dados de clientes. A MEO adianta hoje que foi alvo de um ataque em massa que causou constrangimentos nos serviços, garantindo que conseguiu controlar depois rapidamente a situação e que a intrusão não resultou no acesso a dados de clientes. Num comunicado enviado à Lusa, a MEO refere que este ataque provocou congestionamento e degradação da rede internacional. Foram de imediato ativadas todas as medidas de mitigação e recuperação, permitindo controlar rapidamente toda a situação e restabelecer a estabilidade do serviço. A operadora garante ainda que o ataque não resulta em qualquer intrusão nos dados dos clientes e mantém o compromisso com a segurança, resiliência, robustez e a qualidade das infraestruturas e serviços. O portal Down Detector, plataforma que fornece informações em tempo real sobre vários serviços, registou nas últimas horas vários relatos de avarias em serviços da MEO, Vodafone, NOS ou DIGI, entre outros. Neste caso, o caso mais crítico estava mesmo a ser a MEO. Portanto, se alguém teve algum problema com a internet ou não conseguia entrar nas plataformas da MEO, já foi resolvido.
Também a marcar a atualidade nesta noite, o fogo em Proença-a-Nova lavra com intensidade e mobiliza 404 operacionais.
O incêndio deflagrou hoje às 16h05, em Alvito da Beira, no Conselho de Proença-a-Nova, e pelas 20h mobilizava 404 operacionais, apoiados por 122 meios terrestres e um meio aéreo, segundo a Proteção Civil. De acordo com a Lusa, a fonte do Comando Sub-regional de Emergência e Proteção Civil da Beira Baixa indica que o incêndio está a lavrar com grande intensidade numa zona de povoamento florestal. A mesma fonte adianta também que o fogo, que deflagrou cerca das 16h05, não coloca quaisquer habitações em risco. Por volta das 19h, estavam nove meios aéreos no local. Por agora, apenas está um.
O diretor nacional da Polícia Judiciária está a ser investigado pelo Ministério Público por abuso de poder e falsas declarações em tribunal no caso Rui Pinto.
É uma notícia avançada pelo "Expresso". O gabinete de Amadeu Guerra confirma a instauração de um inquérito depois de uma denúncia apresentada por um coordenador da PJ contra o atual diretor. Em causa está a alegada prática dos crimes de falsas declarações, por ter referido no julgamento de Rui Pinto que não foram feitas escutas na investigação, e também do crime de abuso de poder, que estará relacionado com o facto de Carlos Cabreiro ter ordenado uma escuta que tenha sido proibida pelo Ministério Público. Na análise, o redator principal do Observador, o Luís Rosa, explica que esta notícia é um retrato de uma grave crise interna dentro da PJ.
Este caso é mais um exemplo de como a Polícia Judiciária, neste momento, está a atravessar uma crise interna nunca vista.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.