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Estados estrangeiros controlam mais de 15% da bolsa nacional

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Estados estrangeiros controlam mais de 15% da bolsa nacional

A Parpública prepara-se para pagar mais de 300 milhões de euros para entrar na REN, com o Estado português a reforçar a sua presença na bolsa nacional, onde já tinha uma participação importante na Galp.

Mas o PSI já conta com fortes investimentos de outros Estados estrangeiros, entre empresas públicas, fundos soberanos e fundos de pensões, controlando mais de 15% do principal índice bolsista nacional .

Angola e China lideram destacadamente a lista de países com entidades ligadas ao governo ou setor público com participações nas principais cotadas portuguesas, num investimento global que ascende a mais de 14 mil milhões de euros , segundo o levantamento realizado pelo ECO.

Montenegro anuncia fundo soberano do Estado Ler Mais Com a capitalização bolsista do PSI a superar os 92 mil milhões, isto significa que estes Estados e governos estrangeiros têm um peso de aproximadamente 15,3% na praça lisboeta .

Se incluirmos o Estado português nesta lista, teríamos o terceiro maior investidor ‘público’ do PSI, com posições avaliadas em 1,6 mil milhões de euros na Galp e, agora, na REN, apenas atrás de angolanos e chineses, e à frente da Noruega, Canadá, Singapura ou EUA.

A criação de um fundo soberano português irá reforçar a presença – ou “intervenção”, como chamou o primeiro-ministro — do Estado português em “setores estratégicos” da bolsa nacional e não só.

“Estamos a falar de participações em áreas como a energia, mas não excluímos a banca, as comunicações ou mesmo a gestão de infraestruturas aeroportuárias se os concessionários das mesmas não cumprirem as suas obrigações”, anunciou Luís Montenegro há dois meses.

Ou seja, em cima da mesa poderão estar aquisições de participações em cotadas como EDP, EDP Renováveis ou BCP.

Que contam com uma forte presença de outros Estados.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em eco.sapo.pt — o conteúdo pertence a ECO.

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