Hoje nas notícias: REN, setor automóvel e coaching de saúde
Como vai ter uma participação acima de 10% no capital da REN , o Estado português poderá nomear pelo menos um representante seu num total de 15 administradores da empresa .
É uma das notícias em destaque na imprensa nacional desta terça-feira.
Estado pode ter administrador na REN mas está limitado no peso acionista Estado volta ao capital da REN Ler Mais O Estado português, através da Parpública, regressou ao capital da REN ao adquirir uma posição de 13,7%, por cerca de 324,7 milhões de euros, tornando-se o segundo maior acionista .
Contudo, os estatutos da empresa e as regras do setor impedem qualquer acionista de deter mais de 25% dos votos, limitando o peso acionista e a influência direta, apesar de o Estado poder vir a nomear pelo menos um administrador, por a sua participação superar a barreira dos 10%.
A acontecer sem acordo com os restantes acionistas será, porém, um administrador num total de 15 nomes.
Leia a notícia completa no Público (acesso pago).
Crise no setor automóvel ameaça mais de mil empregos Crise no automóvel e despedimentos vão chegar a Portugal Ler Mais A indústria portuguesa de componentes automóveis corre o risco de perder mais de mil postos de trabalho nos próximos três anos, estima a Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel (AFIA).
Este cenário crítico deve-se diretamente à quebra acentuada de produção automóvel em mercados centrais como a Alemanha e Espanha, dos quais as empresas nacionais são altamente dependentes.
Por trás desta crise está também uma perda de competitividade que o presidente da AFIA, José Couto, atribui, em parte, às próprias escolhas europeias: “A Europa nada fez para enfrentar os desafios e subavaliou o potencial dos seus concorrentes.
Houve um erro de avaliação e gerou-se uma letargia que nos empurrou para um posicionamento dramático — perda de dimensão competitiva.” Leia a notícia completa no Jornal de Notícias (acesso pago).
SNS gasta 900 mil euros em coaching de saúde para ajudar doentes a mudar comportamentos O Serviço Nacional de Saúde (SNS) vai disponibilizar uma plataforma digital de telecuidados que permitirá referenciar utentes para programas de coaching de saúde, com o objetivo de melhorar a gestão de doenças crónicas e aumentar a literacia em saúde.
A Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SPMS) lançou um concurso público avaliado em 900 mil euros para contratar uma empresa da área digital da saúde durante dois anos, com implementação faseada prevista ainda para este ano.
Os utentes são inscritos por prescrição de um profissional do SNS e acompanhados à distância por um “assistente em saúde” com formação em coaching , através de videochamada ou telefone.
As sessões não substituem consultas médicas e o assistente não faz diagnósticos nem prescrições.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em eco.sapo.pt — o conteúdo pertence a ECO.