Trump recusa travão e anuncia "Força e Czar de IA"
Entre ataques, vírus e armas químicas, como poderia a IA tornar-se numa ameaça aos humanos?
Numa longa publicação , o Presidente norte-americano acusa “a esquerda radical” e os “dumocratas” — um trocadilho fonético entre “democratas” e “ dumb “, idiota em inglês — de serem responsáveis por uma série de “embustes” nos EUA , que incluem “RÚSSIA, UCRÂNIA, aquecimento global, embuste do impeachment #1 e embuste do impeachment #2, homens em desportos de mulheres, transgéneros para todos” e ainda o “ataque aos data centers “. O mais recente destes “embustes”, escreve, é a “destruição da IA”.
O Presidente argumenta que estes grupos procuraram “atacar os data centers “, referindo-se às críticas sobre os impactos climáticos e sociais destas infraestruturas, mas que esse ataque “falhou” e, por esse motivo, os seus opositores procuram agora atacar diretamente a indústria da IA. Trump compara o que diz ser a mudança de estratégia à forma como o termo “aquecimento global” deixou de ser utilizado em detrimento do conceito mais amplo de “alterações climáticas” — “porque cobre mais ‘território’ sem dúvida”, atira.
“ Não vamos reprimir ou atrasar o Crescimento desta indústria incrível “, garante, ainda assim. Pelo contrário, o chefe de Estado anuncia que irá criar uma “Força para a IA” — “à semelhança do que fiz com a Força para o Espaço que foi um tremendo SUCESSO”, argumenta — e um “czar da IA” — “candidaturas restritas a indivíduos com QI elevado”, escreve.
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O objetivo desta aposta é impulsionar a indústria da IA como motor económico e, insiste Trump, “liderar a China e o resto do Mundo”. “ A IA é a próxima Revolução Industrial , ou a Internet, mas vai ser maior e com mais impacto, possivelmente tanto quanto 25% do PIB do nosso país”, remata.
Com esta prioridade em mente, a administração norte-americana convocou para a próxima quarta-feira uma cimeira de alto nível sobre IA com a presença de líderes internacionais e diretores executivos de empresas tecnológicas, que se deverá realizar à margem da Assembleia Geral das Nações Unidas. A informação é avançada pela CNN , que cita fontes com conhecimento dos planos.
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