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Shein volta a adiar estreia na bolsa de Hong Kong e aponta agora para setembro

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Shein volta a adiar estreia na bolsa de Hong Kong e aponta agora para setembro

A Shein voltou a adiar a estreia na bolsa de Hong Kong .

A empresa de fast fashion fundada na China antecipa agora que o Initial Public Offering (IPO) aconteça no próximo dia 1 de setembro, após um atraso na receção de pedidos de investidores, noticia esta quinta-feira o jornal South China Morning Post .

A retalhista online com sede em Singapura planeia atrair diversos investidores-âncora , embora a maioria das participações seja ocupada por atuais acionistas, disseram ao jornal de Hong Kong fontes familiarizadas com a oferta pública inicial da Shein.

Entre os seus investidores constam a IDG Capital, a Mubadala Investment, a Tiger Global Management e a HongShan Capital (ex-Sequoia Capital).

IPO, a encomenda mais demorada da Shein, está a chegar Ler Mais O novo objetivo da Shein é iniciar o processo de bookbuilding a partir de 24 de agosto , segundo o jornal de Hong Kong.

Os bancos de investimento envolvidos na operação – Goldman Sachs, Morgan Stanley e JPMorgan Chase – também estarão a considerar angariar os seus próprios fundos para atuarem como investidores-âncora.

Ou seja, atuarem como investidores institucionais que se comprometem a comprar uma determinada quantia de ações antes do IPO.

Geralmente, estes investidores recebem uma alocação garantida em troca da manutenção das ações durante seis meses.

Uma subsidiária do grupo financeiro suíço UBS está entre as empresas em negociações para se tornarem investidores-âncora , avança ainda a agência Bloomberg .

A gigante chinesa Tencent e a General Atlantic também estão a considerar compromissos de compra de títulos no IPO da Shein , cujo plano é reservar-lhes, pelo menos, 400 milhões de dólares (342 milhões de euros) em ações.

Neste mesmo sentido, terão sido contactadas a E Fund Management e a Greenwoods Asset Management p ara av aliar o seu interesse.

A empresa de Sky (Chris) Xu, fundada em 2012, pretende obter uma avaliação entre 26 mil milhões e 27 mil milhões de dólares (entre 22,4 mil milhões e 23,3 mil milhões de euros) neste IPO e procura angariar cerca de dois mil milhões de dólares (1,7 mil milhões de euros).

Trata-se de uma queda expressiva, de quase 75%, em relação ao valor que ostentava há quatro anos.

No prospeto preliminar publicado no final de julho, a Shein informou que, no primeiro trimestre deste ano, teve um prejuízo de 99 milhões de dólares (85,5 milhões de euros), em comparação com um lucro de 395 milhões de dólares (341 milhões de euros) registados no mesmo período de 2025.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em eco.sapo.pt — o conteúdo pertence a ECO.

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