Católica Porto SBE sobe 29 lugares no ranking dos mestrados em gestão
O Mestrado em Gestão da Católica Porto School of Business and Economics (Católica Porto SBE) protagoniza a maior progressão no Financial Times Masters in Management Ranking 2026 : 29 lugares, que o colocam em 66.º lugar no mundo.
Ao nível europeu, o programa é 54.º, uma subida de 21 lugares face a 2025 .
“Este reconhecimento do Financial Times confirma a trajetória da Católica Porto School of Business and Economics enquanto referência no ensino de gestão a nível nacional, europeu e mundial”, afirma João Pinto, dean da Católica Porto SBE.
“É um resultado que reflete o compromisso de toda a escola – corpo docente, estudantes e antigos alunos -, com a excelência académica e com uma formação que gera impacto real na sociedade e nas organizações,” acrescenta.
É no Career Progress Rank , critério que mede a evolução da senioridade e da dimensão das organizações onde os antigos alunos trabalham entre a conclusão do curso e três anos depois, que Católica Porto SBE atinge o pleno: 1.º lugar a nível mundial, subindo mais sete posições face ao já excelente resultado do ano passado.
No indicador Salary Percentage Increase , que avalia a evolução salarial dos alumni entre a conclusão do programa e três anos após a graduação, o mestrado obtém o melhor resultado entre as escolas portuguesas no ranking , com um aumento salarial de 73%, significativamente acima da média mundial (42%) e da média nacional (53%).
Já no Value for Money , que relaciona os salários dos alumni com a duração do programa, as propinas e os custos associados e assim procura avaliar o retorno do investimento realizado, o Mestrado em Gestão da Católica Porto SBE alcança a 28.ª posição mundial, uma subida de seis lugares face ao ano anterior e, também aqui, a melhor classificação entre as escolas portuguesas.
“Estes resultados confirmam a proposta de valor do nosso Mestrado em Gestão: um programa que prepara os estudantes para o mercado de trabalho e que se traduz em progressão de carreira e valorização salarial reais nos anos seguintes à formatura.
A subida de 29 posições no ranking do Financial Times é o reconhecimento externo de um trabalho que fazemos todos os dias com os nossos estudantes e com as empresas parceiras,” afirma Susana Costa e Silva, diretora do mestrado.
O programa destaca-se ainda no indicador de empregabilidade a três meses, com 100% dos graduados empregados neste período, o que mostra uma forte ligação ao mercado de trabalho.
Na balança do género verifica-se um equilíbrio, com 46% de mulheres na docência e 49% entre os estudantes, ambos os valores acima das médias mundiais (40% e 48%, respetivamente).
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