Trump admite pedir à Turquia apoio contra huthis. "Grande amigo"
O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, admitiu hoje pedir à Turquia que se junte à campanha militar liderada pela Arábia Saudita contra os rebeldes huthis do Iémen.
"Talvez o faça.
O Presidente Erdogan é um grande amigo meu e tenho muito respeito por ele", afirmou Trump aos jornalistas antes de partir para o Alasca, onde prosseguirá a campanha para as eleições intercalares de 03 de novembro.
A Turquia é um dos países signatários do Acordo Conjunto de Defesa de Meca, assinado em 07 de agosto com a Arábia Saudita, o Egito e o Paquistão.
O acordo inclui uma cláusula de defesa segundo a qual um ataque contra um dos países signatários é considerado um ataque contra todos.
Os huthis intensificaram nos últimos dias os ataques contra território saudita em resposta aos bombardeamentos realizados pela aviação da Arábia Saudita.
Um dos ataques mais mortíferos ocorreu no fim de semana contra o aeroporto de Riade, causando mais de 15 mortos e 300 feridos.
O Governo turco esclareceu, contudo, que a cláusula de defesa do acordo não implica necessariamente uma intervenção militar contra os huthis no Iémen.
O ministro dos Negócios Estrangeiros turco, Hakan Fidan, afirmou recentemente que o acordo permite à Turquia enviar ajuda militar defensiva à Arábia Saudita, mas não implica o lançamento de ataques por forças turcas destacadas no estrangeiro.
Há trégua com Rússia "porque eu disse que há um acordo" O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que a trégua energética que anunciou entre Rússia e Ucrânia está plenamente em vigor, apesar de Moscovo não ter confirmado a adesão e continuar a atacar infraestruturas na Ucrânia.
Lusa | 06:09 - 13/10/2026
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