Joalheiro assaltado em França. Família sequestrada e mantida em cativeiro
U m joalheiro foi assaltado e atacado em casa, na madrugada desta sexta-feira, em Saint-Georges-d'Espéranche, em Isère, França, por um grupo de criminosos. Armados e mascarados, os assaltantes acordaram toda a família e sequestraram-nos.
De forma a atingirem os seus objetivos, os ladrões separaram os membros da família e, enquanto o empresário era mantido sob mira de armas, a esposa, a filha de 18 anos, um sobrinho de 20 e a avó de 79 anos, que usava bengala, foram forçados a entrar para a parte traseira de uma carrinha, conta o Le Dauphiné Libéré. Foram levados para um campo nos arredores da vila, onde ficaram enquanto os criminosos exigiam os bens ao joalheiro.
O homem foi levado até à sede da sua empresa, em Villefontaine, a cerca de 15 quilómetros da casa. No local, e para evitar levantar suspeitas entre as potenciais testemunhas, em particular os agentes da polícia cuja esquadra ficava a cem metros de distância, os criminosos pressionaram a vítima a ir sozinha ao seu estabelecimento comercial para encher um saco com joias e ouro.
Disseram-lhe para voltar e entregar o conteúdo, sob promessa de que a sua família só seria libertada depois disso. Assim que obtiveram os bens, os criminosos desapareceram, abandonando o gerente à própria sorte.
A família foi posteriormente libertada tendo sido deixada no meio do campo.
Depois de ser dado o alerta, vários agentes foram mobilizados para o local. Estando em curso uma investigação pelos crimes de rapto, sequestro e roubo agravado.
Técnicos de investigação criminal da polícia técnica e científica de Grenoble estiveram, durante o dia, nas várias cenas dos crimes a realizar diligências e os investigadores a inquirir os habitantes locais, com o objetivo de recolher o mais pequeno indício que pudesse conduzir à identificação dos autores.
Segundo as autoridades, terão sido pelo menos cinco os suspeitos responsáveis pelos crimes. No entanto, embora os prejuízos se afigurem muito avultados, até ao momento não foi feita qualquer detenção.
A investigação continua aberta e ficou a cargo dos investigadores da Brigada de Investigação de Vienne e da Secção de Investigação de Grenoble.
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