Governo confirma vitória da Vasp no concurso de distribuição de jornais
O Governo adjudicou à Vasp os dois lotes do concurso de apoio à distribuição de jornais em áreas de baixa densidade populacionais , confirmando assim os resultados preliminares conhecidos a 20 de agosto .
O ministro da presidência, António Leitão Amaro, já tinha apontado na sexta-feira que o relatório final seria conhecido esta semana.
Vasp ganha concurso de distribuição de jornais Com um preço base de 3,08 milhões de euros pelos três anos, o concurso foi ganho por 2,29 milhões de euros .
Serão então pagos 763 mil euros por ano, pelos dois lotes.
O lote Norte e Centro foi adjudicado por cerca de 1,23 milhões de euros , 30% abaixo do preço base de 1,76 milhões.
Já o Oeste e Vale do Tejo, Grande Lisboa, Península de Setúbal, Alentejo e Algarve foi adjudicado por 1,06 milhões de euros , 20% abaixo do preço base.
O contrato, obriga a Vasp a assegurar a distribuição em, pelo menos, um posto de venda ao público em cada concelho, com funcionamento mínimo de 300 dias por ano .
Nos concelhos de baixa densidade, no Lote 1, a Vasp compromete-se a assegurar um mínimo de cinco postos de venda em cada concelho de baixa densidade.
“ O resultado do concurso fica muito abaixo do custo inicialmente estimado: uma redução de 78% , que resulta da opção por um procedimento concorrencial em vez de um apoio direto a um operador.
A despesa pública inicialmente estimada era de 3,5 milhões de euros por ano, ou 10,5 milhões de euros em três anos Mas, com este procedimento, o Estado pagará, afinal, cerca de 2,3 milhões de euros pela distribuição nos dois lotes durante os três anos de contrato .
São cerca de 763 mil euros por ano, quando o valor inicialmente reclamado pelo incumbente [VASP] apontava para 3,5 milhões de euros por ano “, indica o Governo, em comunicado divulgado esta terça-feira.
Jornais: Pergaminhoflash pede exclusão da VASP do concurso Depois de sabido os resultados preliminares, a concorrente Pergaminhoflash pediu ao júri a verificação de locais concretos identificados na proposta da Vasp , bem como os critérios apresentados para a formação do preço.
Mais tarde, alegou que a proposta da Vasp devia ser excluída devido à “existência de fortes indícios de atos, acordos, práticas ou informações suscetíveis de falsear as regras de concorrência”.
“Ambos [os concorrentes] colocaram muitas questões sobre a proposta do outro e pedi que houvesse o escrúpulo máximo, exigência máxima, avaliação máxima de todas as observações, para que não subsistam dúvidas nenhumas sobre a integridade da decisão”, explicou o ministro António Leitão Amaro, na passada sexta-feira.
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