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Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

Com o Ricardo Lopes. Ricardo, boa tarde. O CEO da Anthropic deixou o alerta e agora Elon Musk e Sam Altman concordam: é mesmo preciso pôr um travão no ritmo de desenvolvimento da inteligência artificial.

O aviso torna-se ainda mais alarmante quando vem de dentro da própria indústria e, neste caso, falamos de intervenientes com grande conhecimento de causa. O CEO da Anthropic, empresa mãe do Claude, defende que é preciso abrandar o desenvolvimento da inteligência artificial para podermos pensar melhor algumas medidas de segurança. Sam Altman, da OpenAI, empresa que criou o ChatGPT, já concordou, promete adotar inclusive algumas medidas. Mais conciso, mas também esclarecedor, Elon Musk, que também expressou uma curta reação, três palavras: "Dario tem razão", referindo-se ao cofundador da Anthropic, Dario Amodei. Aqui neste jornal falamos com o jornalista João Paulo Godinho, que assina a manchete do Observador a esta hora, sobre precisamente este tema. Olá, João, muito boa tarde.

Esta semana, também um engenheiro da OpenAI admitiu a dizer: "A inteligência artificial pode matar-nos a todos até o final da década". Isto são declarações muito fatalistas ou vivemos mesmo um momento particularmente preocupante?

Tendo em conta este alerta de Dario Amodei, eu penso que é, de facto, um momento importante no desenvolvimento da inteligência artificial, momento em que os próprios decisores das principais empresas do setor ganham consciência do risco de estarem a perder o controle do ritmo de desenvolvimento. São, sobretudo, duas razões pelas quais o CEO da Anthropic veio falar hoje em termos de um alerta para travar o ritmo. É, sobretudo, o risco dos seres humanos perderem o controle e a capacidade de compreensão daquilo que se passa nos sistemas de inteligência artificial, e sobretudo também um recente incidente que houve em julho, em que agentes da OpenAI desrespeitaram todo o tipo de instruções que existiam e atacaram um site de forma coordenada. Ele descreve, inclusivamente, que atuaram como se fosse um coletivo fanático.

De forma totalmente autônoma. E uma expressão que tu já utilizaste, quando dizem que é preciso abrandar o ritmo, que o CEO da Anthropic fala, o que ele propõe concretamente? Estamos a falar de travar o desenvolvimento dos sistemas, é mais uma questão de impor regras mais apertadas, o que ele propõe?

Tendo em conta que Dario Amodei veio falar que dentro de seis a 12 meses, isto são as palavras dele, um ataque semelhante como aquele que ocorreu em julho com agentes da OpenAI, possa ocorrer numa escala muito superior e alvos muito mais graves, causando potenciais prejuízos de milhões. Ele desenvolve uma proposta de um plano de três passos, que são, sobretudo, tendo em conta dilemas geopolíticos e coordenação entre as empresas.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.

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