sábado, 10 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› UE alerta: acordo de gasóleo russo dá "mais recursos para a guerra"› Menores roubam em Lisboa com punhal: Dois vão para instituição› Arsenal dá a volta ao Leeds e junta-se à condição ao líder City› Portugal com 35,1 mil milhões na proposta orçamental da UE, mas pede mais› Portugal assegura 35,1 mil ME em proposta orçamental da UE mas quer mais 900 ME› Governo indiano detém líderes de manifestação contra Comissão Eleitoral› Crimes relacionados ao jogo aumentam 12,3% em Macau até setembro› 15h Treinador do Benfica pede que país não saia manchado com caso Ronaldo› Agredia, intimidava e ameaçava de morte a própria mãe em Cascais› Sismo no Panamá: 188 escolas e infraestruturas danificadas, sem mortos› UE alerta: acordo de gasóleo russo dá "mais recursos para a guerra"› Menores roubam em Lisboa com punhal: Dois vão para instituição› Arsenal dá a volta ao Leeds e junta-se à condição ao líder City› Portugal com 35,1 mil milhões na proposta orçamental da UE, mas pede mais› Portugal assegura 35,1 mil ME em proposta orçamental da UE mas quer mais 900 ME› Governo indiano detém líderes de manifestação contra Comissão Eleitoral› Crimes relacionados ao jogo aumentam 12,3% em Macau até setembro› 15h Treinador do Benfica pede que país não saia manchado com caso Ronaldo› Agredia, intimidava e ameaçava de morte a própria mãe em Cascais› Sismo no Panamá: 188 escolas e infraestruturas danificadas, sem mortos
Economia

Fretar um super-petroleiro já custa mais de um milhão

Jornal Económico ·
Fretar um super-petroleiro já custa mais de um milhão

Fretar um super-petroleiro já está a custar mais 1,2 milhões de dólares por dia (um milhão de euros) nas rotas entre o Médio Oriente e a Ásia.

O disparo no preço dos fretes é mais um dos custos a pesar no preço dos combustíveis a nível global.

O conflito também provocou uma escassez de super-petroleiros (conhecidos por ‘Very Large Crude Carriers ‘ou VLCC), porque as rotas mais longas, como à volta de África, obrigam a viagens mais longas, tirando do mercado a disponibilidade de navios.

Desde agosto que os fretes entre o Médio Oriente e a China mais que dobraram para estes navios que transportam 2 milhões de barris, segundo o “Financial Times”.

Mas há mais rotas com os fretes a disparar, como entre o Brasil e a China, com os preços a subir um terço.

“Os fretes disparam para níveis estratosféricos.

O frete pode ser o fator a pesar mais atualmente, com os custos do crude entregue na Ásia a subirem para 150 dólares por barril”, segundo Amrita Sen da consultora Energy Aspects.

Os fretes destes super-petroleiros rondaram 0s 20 mil a 50 mil dólares diários em 2025.

Em fevereiro deste ano, antes do conflito, os fretes estavam nos 120 mil dólares diários com a falta de navios no mercado.

O “FT” dá conta que os custos elevados de transporte obrigaram algumas refinarias a cortar a produção, com a queda da rentabilidade, isto apesar de os combustíveis estarem em níveis máximos.

Na Europa, os preços do gasóleo atingem mais de 200 dólares por barril.

O preço do petróleo recuou abaixo dos 100 dólares esta semana, com notícias de negociações entre os EUA e o Irão, mas hoje voltou a subir mais de 2% para quase 102 dólares.

O valor atingiu um máximo anual de 125 dólares em abril.

“As refinarias indianas estão a comprar crude do Brasil, da Guiana, de África Ocidental ou do Mar do Norte.

Ler a notícia completa no Jornal Económico ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em jornaleconomico.sapo.pt — o conteúdo pertence a Jornal Económico.

Mais de Jornal Económico

Ver tudo ›

Mais em Economia

Ver tudo ›