sexta-feira, 9 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› "Governo está de parabéns", diz primeiro-ministro. Ventura diz que Montenegro não tem "grande qualidade" para PM› Raimundo elogia "dotes de bailarino" de Montenegro, que recusa a dança› Autoridades israelitas deportam portugueses detidos na Cisjordânia› Acidente no Metro Sul do Tejo: Linhas 1 e 3 condicionadas em Almada› 10h Prémio Nobel da Paz atribuído a jurista sul africana› Privatização da TAP: Afinal, quanto tempo pode demorar o processo?› Preços em Moçambique sobem 0,16% em setembro após dois meses de deflação› Detido em Cascais burlão procurado em Espanha. Fez milhões com esquema› AO MINUTO: "São 920 dias sem um único imposto a aumentar"› Projeto da Mina da Borralha selecionado pela UE como estratégico› "Governo está de parabéns", diz primeiro-ministro. Ventura diz que Montenegro não tem "grande qualidade" para PM› Raimundo elogia "dotes de bailarino" de Montenegro, que recusa a dança› Autoridades israelitas deportam portugueses detidos na Cisjordânia› Acidente no Metro Sul do Tejo: Linhas 1 e 3 condicionadas em Almada› 10h Prémio Nobel da Paz atribuído a jurista sul africana› Privatização da TAP: Afinal, quanto tempo pode demorar o processo?› Preços em Moçambique sobem 0,16% em setembro após dois meses de deflação› Detido em Cascais burlão procurado em Espanha. Fez milhões com esquema› AO MINUTO: "São 920 dias sem um único imposto a aumentar"› Projeto da Mina da Borralha selecionado pela UE como estratégico
Saúde

Colangite biliar primária: reconhecer a doença antes da lesão hepática avançada

Jornal Médico ·

Frequentemente silenciosa e predominante no sexo feminino, a doença pode evoluir para cirrose e doença hepática avançada, reforçando a importância da identificação e intervenção precoces.

Estima-se que cerca de 2 mil pessoas vivam com CBP em Portugal.

A doença afeta maioritariamente mulheres e surge habitualmente entre os 40 e os 60 anos, embora também possa ocorrer no sexo masculino.

Atualmente, não existe cura para a CBP, mas as opções terapêuticas disponíveis podem contribuir para melhorar a qualidade de vida, atrasar a progressão da doença e reduzir o risco de complicações, nomeadamente o desenvolvimento de cirrose.

“O acompanhamento médico regular é, por isso, essencial”, acrescenta a presidente da APEF.

Diagnóstico combina marcadores de autoimunidade e avaliação hepática A CBP caracteriza-se pela inflamação crónica das pequenas vias biliares no interior do fígado.

A persistência deste processo inflamatório pode provocar lesão progressiva do tecido hepático e conduzir ao desenvolvimento de fibrose.

A evolução clínica é variável.

Em muitos casos, a doença mantém-se ligeira ou moderada, sem alterações significativas da função hepática.

Noutros, pode progredir para doença hepática avançada, tornando a identificação precoce particularmente relevante.

O diagnóstico assenta na conjugação de dados clínicos e de exames laboratoriais e imagiológicos.

Entre os marcadores laboratoriais assumem particular importância os anticorpos antimitocondriais, associados à doença, entre outros marcadores de autoimunidade.

De acordo com Paula Peixe, a avaliação deve incluir também ecografia abdominal e elastografia hepática, exame que permite avaliar o grau de fibrose e acompanhar a evolução da doença.

“O diagnóstico atempado pode ajudar a evitar danos mais graves no fígado”, explica a presidente da APEF, salientando a importância de uma avaliação adequada e de um seguimento continuado.

Ler a notícia completa no Jornal Médico ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em jornalmedico.pt — o conteúdo pertence a Jornal Médico.

Mais de Jornal Médico

Ver tudo ›

Mais em Saúde

Ver tudo ›