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Transtejo rejeita acusação de banir o dinheiro

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Transtejo rejeita acusação de banir o dinheiro

A Transtejo Soflusa esclareceu esta segunda-feira que não eliminou o pagamento em numerário no Terminal Fluvial do Terreiro do Paço, em Lisboa, mantendo essa possibilidade nas máquinas automáticas, embora as bilheteiras assistidas aceitem apenas cartão bancário.

Este esclarecimento surge depois de, no domingo, a Associação 21/26 — Pelos Direitos Pessoais e de Resistência ter contestado a decisão da empresa de apenas aceitar pagamentos por cartão bancário nas bilheteiras assistidas do terminal , pedindo a reposição do pagamento em numerário nos balcões com atendimento.

A associação alertou para as dificuldades que a medida poderia criar a passageiros que não possuem ou não utilizam cartões bancários e questionou a legalidade da decisão, nomeadamente à luz do curso legal das notas e moedas de euro.

Numa resposta enviada esta segunda-feira à agência Lusa, a TTSL — Transtejo Soflusa, S.A. esclareceu que a medida “não corresponde à eliminação do pagamento em numerário no terminal, nem condiciona a aquisição de títulos de transporte à titularidade ou utilização de cartão bancário” .

“No que diz respeito às bilheteiras assistidas, no Terminal do Cais do Sodré e agora no Terminal do Terreiro do Paço, o pagamento é efetuado através de cartão bancário, permanecendo disponível, no mesmo terminal, a possibilidade de aquisição e carregamento de títulos através de notas e moedas nas máquinas automáticas”, explicou.

A empresa sublinhou que “não eliminou ou recusou genericamente o pagamento em dinheiro para aquisição de títulos de transporte” , tratando-se, segundo a TTSL, de uma medida integrada na sua “estratégia de eficiência, segurança e sempre de melhor serviço”.

“Não estamos perante uma eliminação do numerário nem perante um sistema exclusivamente ‘cashless'”, assegurou.

Nesse sentido, a TTSL considerou que a solução adotada procura “compatibilizar, de forma equilibrada, o estatuto legal do numerário e a manutenção de uma possibilidade efetiva de pagamento em dinheiro” com objetivos de “segurança, modernização, organização e eficiência operacional”.

A TTSL é responsável pelas ligações fluviais entre Lisboa e Seixal, Montijo, Cacilhas, Barreiro, Trafaria e Porto Brandão.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.

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