Lucro da Xiaomi cai 37,8% no 1.º semestre para 1.816 milhões
R elativamente ao segundo trimestre, o lucro da fabricante chinesa de telemóveis, veículos elétricos e outros dispositivos caiu 20,5% para 9.462 milhões de yuanes (1.211 milhões de euros).
O fabricante tecnológico chinês salientou, na apresentação dos seus resultados, que, no segundo trimestre, persistiram as incertezas geopolíticas, enquanto "aumentos significativos nos custos de componentes-chave", incluindo a memória, bem como uma concorrência mais intensa, continuaram a gerar dificuldades para o negócio.
O volume de negócios da Xiaomi atingiu, neste trimestre, um total de 108.922 milhões de yuanes (13.941 milhões de euros), menos 6,1% do que no segundo trimestre de 2025, incluindo um recuo de 11,3% no negócio de 'smartphones' e Internet das Coisas (IoT), para 84.026 milhões de yuanes (10.755 milhões de euros).
Mais concretamente, entre abril e junho, as vendas de 'smartphones' totalizaram 42.119 milhões de yuanes (5.391 milhões de euros), uma queda de 7,5%, enquanto a área de IoT registou um volume de negócios de 31.278 milhões de yuanes (4.003 milhões de euros), uma queda de 19,2%.
Neste sentido, a empresa chinesa explicou que neste trimestre, a indústria dos 'smartphones' enfrentou dificuldades "devido a aumentos significativos nos custos da memória".
Por outro lado, a Xiaomi indicou que o seu negócio de veículos elétricos, inteligência artificial (IA) e outras iniciativas gerou à empresa, neste trimestre, receitas de 24.896 milhões de yuanes (3.187 milhões de euros), mais 17% do que no segundo trimestre de 2025, incluindo um crescimento de 15,9% em termos homólogos do volume de negócios do segmento de veículos, para 23.900 milhões de yuanes (3.059 milhões de euros).
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