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CGTP convoca manifestação nacional para 17 de outubro e ameaça parar o país

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CGTP convoca manifestação nacional para 17 de outubro e ameaça parar o país

A Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses – Intersindical Nacional (CGTP-IN) prepara-se para agitar e paralisar as principais cidades do país com uma forte vaga de contestação que decorrerá ao longo de várias semanas e culminará a 17 de outubro, com uma manifestação nacional, avançou a Lusa, na sequência de uma conferência de imprensa, em que foi apresentada a "Política Reivindicativa" da central sindical para 2027.

A ofensiva coloca também no centro das exigências a subida do salário mínimo nacional para 1100 euros já no próximo ano.

"Nesta perspetiva de construção da luta", a CGTP vai avançar "com um mês de ação, de mobilização e luta", entre 17 de setembro e 17 de outubro, tendo em vista "discutir com os trabalhadores a ação reivindicativa", anunciou Tiago Oliveira em conferência de imprensa, onde foi apresentada a "Política Reivindicativa" da central sindical para 2027.

Nestes dias serão realizadas diversas ações nas empresas e locais de trabalho, nomeadamente plenários e concentrações à portas das empresas, sendo que o objetivo é " envolver os trabalhadores na discussão política", segundo explicou.

No final deste período, em 17 de outubro, vai ser realizada "uma grande manifestação nacional" em Lisboa, Porto e Coimbra para que os trabalhadores possam "trazer para a rua a sua contestação", acrescentou, sinalizando que espera a adesão de "milhares e milhares" de trabalhadores.

Central sindical quer salário mínimo nacional nos 1100€ já em 2027 Da "Política Reivindicativa" da central sindical para 2027 constam exigências fortes, como a reclamação de um salário mínimo nacional de 1.100 euros já no próximo ano e um aumento salarial transversal de, pelo menos 15%, num mínimo de 150 euros.

"Os trabalhadores e os reformados precisam de salários e de pensões que permitam viver dignamente durante todo o ano e não num só período do ano", afirmou o secretário-geral da Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses – Intersindical Nacional (CGTP-IN), em conferência de imprensa, onde foi apresentada a "Política Reivindicativa" da central sindical para 2027.

O líder sindical sinalizou que o valor atualmente previsto no acordo tripartido para 2027 fica muito aquém das reais necessidades das famílias para fazer face a todas as despesas, considerando que a fasquia proposta pela central é perfeitamente possível de alcançar.

Deste modo, a central sindical "vai continuar a insistir" num aumento dos salários de, pelo menos, 15%, com um mínimo de 150 euros, para todos os trabalhadores e exigir que o salário mínimo aumente dos atuais 920 euros para 1.100 euros a partir de janeiro de 2027.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.dn.pt — o conteúdo pertence a Diário de Notícias.

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