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A nova Defesa europeia de Von der Leyen em 5 pontos

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A nova Defesa europeia de Von der Leyen em 5 pontos

Um Conselho de Segurança Europeu, um mecanismo de emergência inspirado no Artigo 4.º da NATO e trabalhar com a Ucrânia para a redução da dependência da região dos sistemas de defesa área americanos são algumas das propostas de Ursula von der Leyen no seu discurso do Estado da União, que decorreu esta quarta-feira, no Parlamento Europeu, em Estrasburgo.

Fique a conhecer com maior detalhe a posição da presidente da Comissão Europeia sobre o tema da Defesa do continente.

Relançamento do “Conselho de Segurança Europeu” A Comissão Europeia vai propor um novo fórum de segurança para a UE e líderes com visões semelhantes , em resposta à escalada dos ataques híbridos russos e ao enfraquecimento das relações transatlânticas, começou por anunciar a presidente no que toca à defesa.

“Durante muito tempo, discutimos um formato de líderes focado na segurança do nosso continente.

Com parceiros como o Canadá, a Noruega, a Ucrânia, o Reino Unido e outros envolvidos “, referiu durante o discurso.

12 países da UE querem maior presença e segurança no Ártico Ler Mais A ideia não é nova.

Lançada pela primeira vez na década de 1980, várias versões foram propostas e rejeitadas.

Uma proposta formal foi ressuscitada pelo eurodeputado dos Verdes, Sergey Lagodinsky , no início deste ano, após o Presidente norte-americano, Donald Trump, ter ameaçado anexar a Gronelândia.

A ideia suscitou ceticismo imediato por parte de várias capitais europeias, receosas de entregar os seus poderes de decisão neste âmbito a um grupo mais restrito de Estados-membros.

A responsável justifica a urgência de criar o grupo “dada a natureza e a escala dos riscos” que tanto as ameaças russas como o menor apoio norte-americano representam para o bloco.

“ É por isso que vamos apresentar as nossas ideias para tornar realidade um Conselho de Segurança Europeu.

A urgência é clara “, vincou Von der Leyen, num momento em que, na última semana a intensidade das incursões russas a países da União se tem intensificado.

Ontem foi notícia de que uma fragata russa disparou contra um helicóptero militar da Dinamarca.

Fica agora por definir apurar a reação dos Estados-membros — 23 dos quais integram a NATO — a este protocolo de emergência e às novas iniciativas do Conselho de Segurança, que poderão apontar a duplicação de esforços com a aliança militar.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em eco.sapo.pt — o conteúdo pertence a ECO.

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