quarta-feira, 14 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› RTP conquista 11 distinções nos Prémios Criatividade M&P Autopromoções & Inovação em Media› Turismo precisa apostar em mercados de longo curso e qualificar mão-de-obra› Comissário propõe Conselho de Segurança para UE para agilizar decisões militares› Coreia anuncia testes de lançamento de mísseis a partir de submarinos› Grande Entrevista. "Ruído" de Bruno Nogueira: a influência do pai, menos filtros e milhões nas redes sociais› Hutis tentam construir mísseis balísticos avançados com tecnologia chinesa› Moçambique prevê iniciar em 2027 obras em mais de 3.000kms de estradas› Israel realiza buscas nas sedes de duas ONGs palestinianas› Chissano lamenta "situações" na Guiné-Bissau que impedem participação na CPLP› Joni Mitchell obteve nacionalidade norte-americana e poderá votar nas eleições dos EUA› RTP conquista 11 distinções nos Prémios Criatividade M&P Autopromoções & Inovação em Media› Turismo precisa apostar em mercados de longo curso e qualificar mão-de-obra› Comissário propõe Conselho de Segurança para UE para agilizar decisões militares› Coreia anuncia testes de lançamento de mísseis a partir de submarinos› Grande Entrevista. "Ruído" de Bruno Nogueira: a influência do pai, menos filtros e milhões nas redes sociais› Hutis tentam construir mísseis balísticos avançados com tecnologia chinesa› Moçambique prevê iniciar em 2027 obras em mais de 3.000kms de estradas› Israel realiza buscas nas sedes de duas ONGs palestinianas› Chissano lamenta "situações" na Guiné-Bissau que impedem participação na CPLP› Joni Mitchell obteve nacionalidade norte-americana e poderá votar nas eleições dos EUA
Últimas

PS considera precipitado PM assumir que poderá avançar sozinho com privatização total da TAP. Chega quer conhecer caderno de encargos

Diário de Notícias ·
PS considera precipitado PM assumir que poderá avançar sozinho com privatização total da TAP. Chega quer conhecer caderno de encargos

O PS considerou precipitado que o primeiro-ministro assuma que terá “capacidade política” para avançar sozinho para a privatização total da TAP, defendendo que o montante conseguido na privatização parcial da empresa mostra que os socialistas “tinham razão”.

“Neste momento, o PS é a favor de uma privatização parcial, que foi hoje conseguida.

O sucesso que reconhecemos do montante arrecadado com esta privatização parcial mostra que o PS tinha razão e que a privatização parcial é possível, é atrativa e mantemos a nossa posição a favor de uma privatização parcial”, disse esta quarta-feira, 14 de outubro, o dirigente do PS Filipe Santos Costa, numa conferência de imprensa na sede do partido, em Lisboa, sobre o anúncio feito horas antes pelo primeiro-ministro de que o Governo escolheu a Lufthansa para a privatização parcial da TAP .

Questionado sobre o facto de Luís Montenegro ter admitido a privatização total da TAP até 2028, Filipe Santos Costa sublinhou que “o Governo tem que dialogar na Assembleia da República” porque “é um Governo de minoria”.

“E, portanto, parece-me um pouco precipitado da parte do primeiro-ministro assumir que terá a capacidade política para avançar sozinho para uma privatização total da TAP”, avisou.

De acordo com o dirigente socialista, este foi o “culminar de um processo iniciado pelo PS”, considerando que o executivo “ao elogiar os termos em que conseguiu esta privatização parcial” está a “validar a posição do PS a e contrariar a posição anterior de muitas pessoas da AD e do Governo”.

O Governo selecionou esta quarta-feira a Lufthansa para a privatização parcial da TAP, com uma proposta de 1.201 milhões de euros para até 49,9% do capital, prevendo concluir a operação até ao início de 2028.

Na mesma conferência de imprensa, o primeiro-ministro, Luís Montenegro, admitiu a privatização total da TAP até 2028, trocando uma parte do capital da companhia aérea por participação social na Lufthansa com o objetivo de recuperar o valor total investido pelos portugueses.

Privatização da TAP.

O que a Lufthansa prometeu ao Governo? A decisão, anunciada pelo primeiro-ministro, foi tomada em Conselho de Ministros, após a análise das propostas vinculativas finais melhoradas apresentadas pela Air France-KLM e pela Lufthansa, os dois grupos que chegaram à fase decisiva da privatização da companhia aérea portuguesa.

Na escolha pesou, sobretudo, a proposta financeira da Lufthansa, superior em 163 milhões de euros à da Air France-KLM, tendo sido também avaliados os investimentos associados, nomeadamente na frota, e o modelo de governação proposto.

Ler a notícia completa no Diário de Notícias ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.dn.pt — o conteúdo pertence a Diário de Notícias.

Este assunto em outros veículos

Mais de Diário de Notícias

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›