Sobe para 16 mortos balanço de bombardeamentos russos na zona de Kyiv
0" class="w-full" :src="`https://media-manager.noticiasaominuto.com/1920/${images[activeSlide]['media_source'].replace('.jpg', '.webp')}`" alt="Sobe para 16 mortos balanço de bombardeamentos russos na zona de Kyiv" width="1920" height="540" /> 8 Fotos
P elo menos 15 pessoas morreram na capital e uma na região de Kyiv. O balanço anterior dava conta de 12 mortos e 33 feridos.
O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, voltou a acusar Moscovo de optar pela escalada do conflito.
"Este foi um ataque maciço. Os russos estavam a prepará-lo há muito tempo e combinaram diferentes tipos de mísseis balísticos, mísseis de cruzeiro e drones para causar o máximo de danos possível às infraestruturas civis", afirmou Zelensky.
Na capital ucraniana foram atingidos edifícios residenciais, um hospital pediátrico e uma escola, enquanto no distrito de Boryspil, nos arredores de Kyiv, foram danificados armazéns de alimentos.
O primeiro-ministro ucraniano, Serhiy Koretsky, disse que a ofensiva contra Kyiv e a região envolvente prolongou-se durante quase nove horas e envolveu dezenas de mísseis e drones.
Infraestruturas civis nas regiões de Odessa e Chernihiv foram igualmente atingidas durante os ataques, segundo as autoridades ucranianas.
A Ucrânia tem solicitado aos Estados Unidos o reforço dos sistemas de defesa aérea, em particular dos sistemas Patriot, considerados essenciais para intercetar os mísseis balísticos russos, mais difíceis de neutralizar do que os drones.
Os ataques russos com mísseis e drones, sobretudo contra Kyiv e a região da capital, intensificaram-se nas últimas semanas.
Moscovo lançou 376 mísseis contra a Ucrânia em julho, um número recorde e mais do dobro do registado em junho.
O Ministério da Defesa russo confirmou os ataques desta noite, afirmando ter atingido empresas da indústria militar, um centro de transportes e logística e armazéns em Kyiv e nos arredores.
A Ucrânia tem intensificado, por sua vez, os ataques com drones contra território russo e contra a península da Crimeia, anexada por Moscovo em 2014, afirmando ter como alvos sobretudo infraestruturas militares, logísticas e petrolíferas utilizadas para sustentar a ofensiva russa.
A dimensão dos ataques levou a Polónia a mobilizar meios da força aérea no seu espaço aéreo como medida preventiva.
Na Roménia, dois caças espanhóis e um helicóptero militar romeno foram também mobilizados para acompanhar "alvos" próximos da fronteira com a Ucrânia.
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