Efacec acelera na mobilidade elétrica com Charging Hub feito em Matosinhos
Chama-se Charging Hub e é a mais recente solução modular de carregamento de alta potência para veículos elétricos desenvolvida pela Efacec para “responder às crescentes exigências de frotas, veículos pesados, locais de elevado tráfego e permanência”.
Desenvolvida integralmente pela empresa comprada há três anos pelo fundo alemão Mutares após ter sido nacionalizada em 2020 na sequência do escândalo “Luanda Leaks” — está agora a explorar opções, incluindo venda ou bolsa de Lisboa –, a plataforma junta tecnologia de carregamento, equipamentos de média tensão, automação, integração com a rede de energia elétrica e soluções de software , numa solução assente em tecnologia Efacec.
Mutares reclama ao Estado custos adicionais com a Efacec Ler Mais Com uma potência de até 1,6 MW e permitindo até 16 saídas de carregamento , “posiciona-se entre as soluções de carregamento distribuído de veículos elétricos de maior potência atualmente disponíveis no mercado, combinando escalabilidade, elevada disponibilidade e flexibilidade de configuração numa única arquitetura”, salienta a companhia.
Por combinar infraestrutura de média tensão, equipamento de carregamento, automação e integração com a rede de energia elétrica , a empresa agora liderada por Michael Barroso da Silva – o único gestor português ‘herdado’ da nacionalização – frisa que “os clientes podem contar com um único fornecedor tecnológico para toda a infraestrutura elétrica necessária à ligação do sistema de carregamento à rede, reduzindo as interfaces entre diferentes fornecedores e simplificando o desenho e a implementação do projeto”.
Efacec é “boa candidata a ser das maiores vendas” da Mutares Ler Mais Reclamando mais de 15 anos de experiência em mobilidade elétrica e a experiência da empresa ao longo da cadeia de valor da energia elétrica, este novo projeto da Efacec foi apoiado pela Aliança para a Transição Energética, cofinanciada pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).
A empresa detida pela gestora alemã, que acionou o mecanismo que lhe permite reclamar até 80 milhões de euros à Parpública , anunciou em maio deste ano ter ganho um contrato de “várias centenas de milhões” com o principal operador do sistema de distribuição de eletricidade em França para modernizar a rede elétrica naquele país.
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