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Benfica x Aarhus. "Benfica soube jogar com e sem bola"

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Benfica x Aarhus. "Benfica soube jogar com e sem bola"

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Da técnica. Benfica 3, Aarhus 1. Jogo do playoff de acesso à Liga Europa, primeira mão, e o Benfica recebe em casa o campeão dinamarquês para mostrar que na Luz manda a águia. Uma excelente primeira parte do Benfica, não tão bem na segunda, mas sobretudo nos minutos iniciais, a dominar e a ser muito intenso com bola e vertical na forma como chegou à baliza do Aarhus. O Benfica sai da primeira parte a vencer por 3 x 1 e a verdade é que poderia ter levado mais golos para o intervalo. Mais golos marcados, não sofridos, Gabriel.

Boa noite. Sim, mas um guarda-redes também de qualidade na baliza do Aarhus, na baliza da equipe dinamarquesa, obstou que o Benfica pudesse aumentar a vantagem, o número de gols. Uma primeira parte frenética, avassaladora, aliás, tipologia deste Sporting x Benfica, orientado por Marco Silva. Muito bem em termos atacantes, em termos ofensivos, profundidade, largura, circulação de bola, bola a rolar. Sem bola, os jogadores em movimento aparecem no espaço onde a bola vai aparecer, portanto, eles vão lá ter, o que naturalmente dá à equipe movimentos, combinações fortes e que acabam por envolver a defesa adversária em posições altamente dificultadas. Portanto, uma grande circulação de bola do Benfica, a bola que circula e isso é fundamental. E depois um bom jogo sem bola, o que normalmente no futebol português acontece muito não ser algo que os jogadores portugueses ou as equipes portuguesas consigam. Jogar sem bola é extraordinariamente complicado, complexo, é difícil. Portanto, jogo sem bola, largura, profundidade, circulação com bola, velocidade, intensidade e depois as características de ordem técnica dos futebolistas, principalmente daquele tridente atacante, onde cada um tem a sua característica própria.

Exatamente, são jogadores todos eles diferentes, e naquela diferença forma-se depois um bloco coeso, fantástico, que naturalmente está a render gols, onde Rafa abre marcadores com a sua cultura tática, de facto, muito importante a de Rafa. Joga na posição ali que desce sobre a direita ou sobre a esquerda, mas mais na posição interior, ou se for preciso, joga em nove e meio, joga de trás para adiante. É um jogador de uma cultura tática fantástica. Já não tem a velocidade que tinha há quatro, cinco, naturalmente, mas ainda assim, é um futebolista que quando sai, e é preciso sair na velocidade, o controle de bola dele é, na realidade, fabuloso. Quanto a Prestianni, gostámos hoje mais dele, porque continua a ser aquele futebolista fortíssimo de um para um e hoje não foi guloso, não quis fazer o gol. Não, hoje fez circular a bola, teve a linha de passe, a capacidade de perceber que é obviamente através da triangulação, através do passe, através do um, dois, um, que obviamente se consegue submeter as defesas contrárias. Quanto a Pálidas, é aquele jogador que combina com os seus futebolistas, companheiros, naquilo que é o último terço de terreno, com uma articulação muitíssimo boa, eu direi mesmo quase perfeita, com Rafa Silva.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.

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