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São 8 horas. Jornal das 8, na Rádio Observador, uma edição do jornalista João Lourenço. E começamos, João, com os incêndios. Sobe para sete o número de bombeiros feridos no combate às chamas.

Quatro em Coruche, três em Arganil. Começamos no Conselho do Distrito de Santarém. Quatro bombeiros ficaram feridos neste sábado, um deles com gravidade, devido a um acidente rodoviário em Coruche, quando iam prestar socorro no incêndio nesta localidade. Segundo a Proteção Civil, o acidente ocorreu perto das 15h, quando a viatura da Corporação dos Bombeiros de Canha, no Montijo, distrito de Setúbal, se despistou e capotou na Estrada Nacional 251. Dos quatro bombeiros feridos no acidente, três tiveram ferimentos ligeiros e foram assistidos no Hospital de Santarém. Já o ferido grave foi helitransportado para o Hospital Garcia de Orta, em Almada. A Proteção Civil indica à Rádio Observador que este operacional não corre perigo de vida. Já em Arganil, três bombeiros ficaram feridos no incêndio que lavra desde a 13h30, segundo o comandante do Comando Sub-regional da Região de Coimbra da Proteção Civil, Carlos Tavares. Um dos feridos a registar no incêndio de Coimbra é mesmo o comandante dos Bombeiros Voluntários de Arganil. O autarca deste município, Luís Paulo Costa, já tinha indicado à Rádio Observador que este operacional foi apanhado por um veículo em manobras da Guarda Nacional Republicana e um pequeno embate provocou a queda e, ao cair, magoou-se no braço. Já foi transportado para o hospital. Aparentemente, é um ferido ligeiro, é o que indica Luís Paulo Costa, desta vez, à Agência Lusa. Segundo a Proteção Civil, há ainda a registar dois feridos, também ligeiros, por inalação de fumos.

E em Arganil caíram para dois os meios aéreos que permanecem no terreno no combate às chamas.

E a poucas horas do cair da noite, mais de 700 operacionais, apoiados por mais de 200 viaturas, continuam no local para tentar travar as chamas. Este fogo deflagrou por volta da 13h, em locais muito próximos e com poucos minutos de diferença. Um dos focos é na aldeia de Murganheira, no Conselho de Arganil. Há momentos e em direto na Rádio Observador, o autarca Luís Paulo Costa anuncia que algumas frentes estão perto de habitações.

Em relação às aldeias, temos alguma proximidade do fogo à aldeia de Vilarinho do Alva. Neste momento, nesta zona não há preocupações de maior. Do lado de Poiares, junto à aldeia de Saboga, o fogo estava muito próximo, mas também está um número muito significativo de bombeiros no local. No fundo, aquilo que eu vejo é um acompanhamento muito próximo por parte da Proteção Civil e particularmente junto das aldeias por parte dos bombeiros, que estão a conter o risco que possa existir pela proximidade.

Luís Paulo Costa revela que o vento está a dificultar as operações, mas realça que a resposta robusta dos operacionais no terreno está a ser bem trabalhada.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.

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