Por que os líderes precisam de inteligência emocional para guiar suas equipes em meio às mudanças
Uma redução de orçamento, uma reestruturação inesperada ou a saída de uma pessoa-chave podem mudar as prioridades de uma equipe de um dia para o outro.
Nessas situações, conhecimento técnico continua sendo necessário, mas não resolve sozinho o problema: alguém precisa comunicar decisões difíceis, lidar com insegurança e manter as pessoas mobilizadas. É por isso que a inteligência emocional precisa ser desenvolvida antes que a crise chegue.
A questão que atravessa diferentes setores: como liderar quando nem o gestor possui todas as respostas? As informações foram retiradas da Forbes.
As emoções podem te travar ou te impulsionar. Em apenas 6 horas, aprenda a controlá-las e use-as a seu favor
Quem cresce profissionalmente costuma fazê-lo primeiro pela capacidade técnica. Um analista domina processos, um engenheiro resolve problemas complexos, um profissional de finanças conhece números e um especialista de tecnologia entende sistemas.
Ao assumir mais responsabilidade , porém, outra camada passa a pesar. O profissional precisa influenciar pessoas, administrar conflitos, dar direcionamento e comunicar decisões em situações nas quais interesses diferentes estão em jogo.
No programa de formação de lideranças DELPH, desenvolvido pela ASTHO em parceria com o Satcher Health Leadership Institute , competências como autoconhecimento, autogestão e empatia aparecem integradas ao desenvolvimento profissional. A formação dura dez meses e inclui workshops, coaching, apoio entre pares e atividades práticas.
A lógica é preparar profissionais antes que cheguem ao topo da organização — e antes que precisem lidar com uma situação crítica sem repertório para isso.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em exame.com — o conteúdo pertence a Exame.