Foco de Flávio será em grandes colégios eleitorais e MS deve ficar fora da rota
O senador Rogério Marinho (PL), coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República, afirmou nesta segunda-feira (24) que a estratégia eleitoral do candidato deverá priorizar os maiores colégios eleitorais do país, o que pode deixar Mato Grosso do Sul fora da rota de viagens durante a campanha.
Segundo ele, uma eventual vinda de Flávio ao Estado ainda será avaliada para o primeiro ou o segundo turno.
A declaração foi dada durante encontro com a direção da OCB/MS (Organização das Cooperativas Brasileiras em Mato Grosso do Sul), em Campo Grande.
Marinho também se reuniu com o ex-governador e candidato ao Senado Reinaldo Azambuja (PL), a quem classificou como “futuro senador” e coordenador local da campanha.
Ao explicar a estratégia nacional, o senador destacou o peso eleitoral de Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro.
De acordo com Marinho, os três estados concentram quase metade do eleitorado brasileiro e, por isso, devem receber atenção especial da campanha.
"Nós temos aqui um grupo muito forte do PL, mais coligado com o Partido Progressista e outros partidos que é capitaneado pelo governador Eduardo Riedel, pela minha amiga Teresa Cristina e aqui no Mato Grosso do Sul nós temos certeza que estamos muito bem representados", disse.
Diante desse cenário, Marinho afirmou que a necessidade de Flávio Bolsonaro visitar Mato Grosso do Sul será analisada conforme o andamento da disputa.
"Então vamos avaliar a necessidade da vinda do Flávio ou no primeiro ou no segundo turno porque essa campanha ela vai se decidir principalmente nos maiores colégios eleitorais do Brasil.
Nós temos Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro que juntos têm quase 50% do eleitorado brasileiro", declarou.
A estratégia citada pelo coordenador considera o peso que os maiores estados podem ter no resultado da eleição.
Marinho também lembrou a margem apertada da disputa presidencial de 2022.
"No ano de 2022, a eleição foi definida, me parece que pouco mais de 2 pontos percentuais", afirmou.
Para o senador, além da presença física do candidato nos estados considerados prioritários, a campanha terá como desafio apresentar as propostas de Flávio ao eleitorado e estabelecer uma comparação entre diferentes modelos de governo.
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