Crônica: uma final de A2 com tamanho de Vasco
Antes que este texto seja confundido com uma declaração ao clube do coração, cabe uma explicação: sou paraense e torço pelo clube do meu estado.
O que vem a seguir é, sim, um relato profundamente pessoal, mas sobretudo de respeito ao que Vasco da Gama e sua torcida construíram para o futebol feminino nesta temporada de 2026.
Feita a ressalva, podemos começar.
Cheguei ao Rio de Janeiro às 6h deste domingo.
Ainda no carro de aplicativo, a caminho de São Januário, descobri que o motorista era vascaíno.
Uma coincidência especialmente apropriada para aquele dia: horas depois, Vasco e Itabirito decidiriam, justamente ali, o título da Série A2 do Campeonato Brasileiro Feminino.
Infelizmente, ele não poderia ir ao estádio por causa do trabalho, mas sabia o horário da partida, o campeonato, a divisão e até o placar do jogo de ida: 3 a 1 para o Vasco sobre o Itabirito.
Talvez tenha sido ali o primeiro sinal do que eu encontraria algumas horas depois.
Continua após a publicidade Quando desci diante de São Januário, um estádio tão emblemático para o futebol brasileiro, ouvi funcionárias da operação chamando quem passava pela rua.
“Só falta você, família.
Todo mundo pela social hoje.
Entrada gratuita.
Vem, vem”, diziam.
Entrei.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em veja.abril.com.br — o conteúdo pertence a Veja.