IA é adotada de forma fragmentada por empresas brasileiras, aponta pesquisa
As empresas brasileiras estão correndo para adotar a inteligência artificial , mas a maioria ainda o faz de maneira fragmentada, com projetos isolados em áreas específicas dentro de cada corporação — isso sem falar no “shadow AI”, como é chamado o uso por parte dos colaboradores de ferramentas não homologadas.
De acordo com um estudo da Oxford Economics encomendado pela SAP, apenas 18% das companhias nacionais utilizam a tecnologia de maneira “estratégica e integrada”.
Trata-se de uma melhora em relação ao ano passado, quando 6% das organizações entrevistadas já tinham uma utilização de inteligência artificial com uma abordagem mais holística, informa a edição anterior da pesquisa.
Paralelamente, o investimento no setor está aumentando.
Entre as 200 marcas entrevistadas no estudo, o aporte médio anual nesta área será de US$ 20,8 milhões neste ano.
No ano passado, era de US$ 14,2 milhões.
Isso representa um crescimento de 46,5%.
O retorno sobre o montante aplicado também melhorou.
Em IA agêntica, especificamente, o ROI deve ser de 15% em dois anos.
“O Brasil entrou nesse momento de IA mundial.
É um país avançado e aberto à inovação, à experimentação.
Constatamos isso em nossos clientes aqui”, comenta Rui Botelho, presidente da SAP.
Foco nos agentes de IA No cenário nacional, 77% dos respondentes entendem que os agentes de inteligência artificial têm potencial de moderado a forte para transformar suas operações.
Além disso, 55% deles já realizaram pilotos com essa tecnologia.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.mobiletime.com.br — o conteúdo pertence a Mobile Time.