Saiba quem é o suplente que vai assumir vaga de vereador em Curitiba no lugar de cassado
O mandato do vereador Lórens Nogueira (PP) foi cassado nesta quinta (20) no Plenário da Câmara Municipal de Curitiba (CMC).
Quem vai assumir o cargo é o suplente Luciano Carvalho.
O Progressistas mantém quatro cadeiras no Legislativo municipal, agora ocupadas por Nori Seto, Pier Petruzziello, Mauro Bobato e Luciano Carvalho.
Luciano Cruz Carvalho nasceu em Curitiba e tem 48 anos.
Nas eleições municipais de 2024, concorreu ao cargo de vereador pelo Progressistas e terminou o pleito como segundo suplente da legenda, com 3.877 votos.
No Linkedin, Carvalho se apresenta como profissional da área de Gestão Pública.
Também informa ter MBA (Master of Business Administration – Mestrado em Administração de Empresas) em Contabilidade Pública e Responsabilidade Fiscal, pós-graduação em Políticas Públicas e Direitos Sociais e formação em Marketing Político e Ciência Política.
A decisão tomada pelo plenário é definitiva e não cabe recurso no âmbito da Câmara Municipal de Curitiba.
Próximos passos regimentais para posse do novo vereador – Lavratura da ata: Formalização do registro da votação nominal para cada uma das cinco infrações do Código de Ética imputadas ao denunciado. – Comunicação oficial: Notificação da decisão do Poder Legislativo encaminhada à Justiça Eleitoral. – Ato da Mesa Diretora: Publicação de Ato da Mesa da CMC decretando formalmente a perda do mandato do vereador. – Convocação de suplente: Com a publicação do ato em Diário Oficial, a Câmara Municipal terá o prazo de até cinco dias para convocar o suplente do partido Progressistas para a assunção da cadeira.
O motivo da cassação O vereador Lórens Nogueira foi alvo no final de maio da Operação Déjà-vu, do Núcleo de Curitiba do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Paraná.
A ação apura a possível prática dos crimes de “rachadinha” e peculato (respectivamente, artigos 316 e 312 do Código Penal Brasileiro).
E durante o cumprimento das medidas, houve a apreensão de duas malas contendo grandes quantias em dinheiro (cerca de R$ 118 mil), além de equipamentos eletrônicos e documentos.
No curso da investigação, aponta ainda o Gaeco, identificou-se repasses de valores ao vereador investigado compatíveis com a prática conhecida como “rachadinha”.
Um vídeo, inclusive, mostra o parlamentar recebendo R$ 5,6 mil em dinheiro vivo no Instituto Grupo Solidário, entidade voltada à assistência social na região do bairro Xaxim, na capital.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.bemparana.com.br — o conteúdo pertence a Bem Paraná.