IDI: Brasil tem pontuação máxima em acessibilidade financeira móvel
O Brasil obteve a pontuação máxima (100) em acessibilidade financeira a dados e voz móveis no ICT Development Index (IDI) 2026 , com uma cesta de alto consumo equivalente a 0,7% da renda per capita (RPC).
O valor é menor que a meta global de 1%, definida pela União Internacional de Telecomunicações (UIT), e a média mundial de 3,7%.
A cobertura de rede móvel atende a 92,7% do país no caso do 3G e, no do 4G/LTE, a 91,2%, levando o Brasil a pontuar 91,8 no quesito.
Ainda segundo o documento, 87,4% da população brasileira tem celular, contra 84,4% do indicador global.
Por outro lado, o país tem dois pontos de atenção: o tráfego de dados e o acesso à banda larga móvel por 100 habitantes.
O Brasil circula 86,1 GB, 69,1 GB, menos que a metade do registrado no índice global, de 155,2 GB.
Parte do problema pode ser explicado pelos 65,9 pontos no segundo quesito.
A cada 100 brasileiros, há 98,9 assinaturas, ante 100,9 no mundo.
Na pontuação geral, que considera as conexões móvel e fixa, o país teve mais um desempenho positivo, alcançando 84,6 pontos, avanço de 0,2 em relação ao ano anterior.
A avaliação revela que nos últimos três anos, ela vem crescendo, 2,5 pontos.
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