Bilibili: conheça o “Youtube chinês”, que visa expandir sua operação global e mira no Brasil
A Bilibili , uma das maiores plataformas de vídeos da China, está acelerando sua expansão internacional e colocando o Brasil entre os mercados estratégicos para o crescimento fora de seu país de origem.
A empresa, frequentemente chamada de “YouTube chinês”, combina vídeos produzidos por usuários, transmissões ao vivo, games, anime, música, documentários e uma comunidade altamente participativa.
O movimento ganhou força em 2026.
A Bilibili relançou seu aplicativo internacional, prepara uma versão de seu site em inglês e começou a contratar profissionais em mercados como Brasil, Estados Unidos, Reino Unido, México, Turquia e Japão.
No Brasil, já existem vagas voltadas à construção de comunidades, relacionamento com criadores e desenvolvimento de parcerias locais.
A estratégia coloca a Bilibili diante de um dos maiores mercados digitais do mundo e sinaliza uma mudança de escala para uma companhia que, durante boa parte de sua história, esteve fortemente associada ao público chinês.
O que é a Bilibili? A Bilibili foi fundada em 2009, em Shanghai, inicialmente como uma comunidade voltada principalmente para fãs de anime, mangá e games.
Com o passar dos anos, a plataforma se transformou em um ecossistema muito mais amplo de entretenimento digital.
Hoje, a Bilibili reúne vídeos de criadores independentes, transmissões ao vivo, conteúdo profissional, podcasts em vídeo, música, documentários, cursos, quadrinhos e jogos.
A empresa possui uma característica particularmente importante: a plataforma não é apenas um lugar para assistir a vídeos.
Ela foi construída em torno de uma comunidade que participa ativamente do conteúdo.
Quantos usuários a Bilibili tem? A dimensão da Bilibili ajuda a explicar por que a companhia passou a mirar mercados internacionais.
Em 2025, a plataforma registrou, em média, 368 milhões de usuários ativos mensais (MAUs) e aproximadamente 112 milhões de usuários ativos diariamente (DAUs) .
Os dois indicadores cresceram 8% em relação ao ano anterior.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em revistaforum.com.br — o conteúdo pertence a Revista Fórum.