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Após boom de supermercados, rede pioneira de farmácias mira mercado do Paraná

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Após boom de supermercados, rede pioneira de farmácias mira mercado do Paraná

O desempenho das operações da rede Farmais no Sul do Brasil colocou a região no centro da estratégia de crescimento do grupo. O grupo é pioneiro no Brasil ao adotar o modelo de franquias de conversão. Criado em 1994, em São Paulo, Capital, a rede pretende abrir 40 unidades no Paraná, em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul até 2028.

A região já concentra 67 lojas da marca e registrou crescimento de 9,7% em faturamento nos últimos 12 meses, desempenho superior ao das demais praças da rede. Do total previsto, dez unidades devem ser abertas até o fim de 2026 e outras 40 nos dois anos seguintes.

Atualmente, são 46 lojas no Paraná, 19 em Santa Catarina e duas no Rio Grande do Sul. A marca está presente em cidades como Curitiba, Foz do Iguaçu, Ponta Grossa, Blumenau, Itajaí, Joinville, Porto Alegre e Nova Prata, além de outros municípios dos três estados.

Cada nova unidade de aproximadamente 100 metros quadrados emprega, em média, sete profissionais. Considerando esse padrão, as 40 aberturas previstas poderão gerar cerca de 280 empregos diretos no Paraná, em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul.

“O Sul já é a nossa segunda maior operação e vem crescendo acima da média da rede. Encontramos na região empresários que conhecem profundamente seus mercados e farmácias independentes com espaço para ampliar os resultados. É por isso que decidimos concentrar aqui uma parte importante da nossa expansão”, afirma Ricardo Kunimi, CEO da Farmais.

O principal motor do plano regional será a conversão de farmácias independentes. Cerca de 90% das novas unidades previstas para o Sul deverão seguir esse modelo, que parte de negócios já estabelecidos, com equipe, ponto comercial, carteira de clientes e conhecimento sobre o consumo local.

Segundo dados da Farmais, as lojas convertidas registram crescimento de 30% após a entrada na rede, enquanto as unidades abertas do zero avançam, em média, 12% ao mês. O resultado está relacionado à reorganização do mix de produtos, à mudança de layout e ao acesso a uma estrutura mais ampla de gestão, compras, precificação e tecnologia.

“Na conversão, não começamos do zero. Existe uma operação funcionando, um empresário que conhece o cliente e uma história construída naquela cidade. O nosso papel é somar estrutura, informação e poder de negociação para que essa farmácia consiga crescer mais”, explica Kunimi.

Ao ingressar na rede, as unidades passam a participar de compras conjuntas e a utilizar informações sobre faturamento, margem, giro de estoque, preços praticados na região e necessidade de reposição. A Farmais também incorpora inteligência artificial ao processo de compras para comparar fornecedores e apoiar as decisões de abastecimento.

“Uma farmácia independente pode conhecer muito bem seu público, mas nem sempre consegue acessar sozinha as mesmas ferramentas e condições comerciais de uma grande rede. A conversão permite manter esse conhecimento local e, ao mesmo tempo, gerar mais visibilidade para o negócio, atrair novos clientes, ganhar escala e contar com uma gestão mais especializada”, acrescenta o executivo.

A prioridade dada ao Sul ocorre em um momento de aceleração nacional da Farmais.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.bemparana.com.br — o conteúdo pertence a Bem Paraná.

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