VÍDEO: Veja o que os candidatos podem ou não fazer na campanha eleitoral
O que os candidatos podem fazer na campanha eleitoral? A campanha eleitoral está nas ruas — e, junto com ela, uma série de regras que os candidatos precisam seguir para disputar votos.
Há atividades permitidas, como comícios, caminhadas e carreatas, e outras proibidas, como showmícios e distribuição de brindes. 📍 Em uma série de 50 vídeos, o g1 vai explicar os principais temas das eleições de 2026.
Os conteúdos mostram como funcionam as pesquisas, explicam o papel dos cargos em disputa e o funcionamento do Congresso, e trazem orientações práticas para votar.
A série também aborda o impacto das novas tecnologias na campanha, como inteligência artificial, deepfakes e influenciadores.
A campanha eleitoral começou em 16 de agosto e vai até 3 de outubro, véspera do dia da votação.
Nestas eleições, o primeiro turno é em 4 de outubro e o segundo, onde houver, em 25 de outubro.
Os brasileiros vão votar para presidente, governador, senador, deputado federal e deputado estadual.
VEJA TAMBÉM: 50 Vídeos para entender as Eleições de 2026 As regras sobre o que os candidatos podem ou não fazer durante a campanha são decorrentes de um conjunto de leis federais e resoluções do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
O TSE é o responsável por fazer cumprir as regras, com fiscalização e punição.
O objetivo da estrutura é garantir o equilíbrio de condições entre os candidatos e a liberdade do eleitor de fazer as escolhas na urna. ✅ Confira o que o candidato pode fazer na campanha eleitoral: Propaganda eleitoral, pedir votos e divulgar a candidatura e propostas até as 22h da véspera da eleição.
Comícios e reuniões eleitorais, em lugar aberto ou fechado.
Usar alto-falantes e amplificadores de som, das 8h às 22h.
Fazer caminhadas, carreatas e passeatas.
Usar carros de som e minitrios em carreatas, caminhadas, passeatas, reuniões e comícios.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Política.