Horário eleitoral começa sem definição do TSE sobre limites para uso de IA e deepfakes
O horário eleitoral gratuito nas emissoras de rádio e TV para o primeiro turno das eleições começa nesta sexta-feira (28).
Entretanto, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ainda discute o alcance das regras sobre o uso de inteligência artificial nas propagandas eleitorais.
A tendência é que o plenário do tribunal julgue na próxima semana que vem quais são os limites do uso desta tecnologia na campanha eleitoral.
O g1 procurou os cinco principais partidos para entender o posicionamento sobre o uso da tecnologia durante a campanha. 🔎 Durante a propaganda eleitoral, os candidatos divulgam ideias e propostas de campanha.
A veiculação acontece de segunda a sábado e vai até 1º de outubro, três dias antes do primeiro turno.
Hoje, as regras do TSE proíbe o uso de deepfakes, vídeos, imagens ou áudios manipulados por inteligência artificial para simular falas ou ações de pessoas reais, quando a ferramenta é utilizada para beneficiar ou prejudicar candidatos.
Agora no g1 O uso desses recursos nas eleições ganhou destaque após uma ação do PT contra o Partido Liberal e o senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro, durante a convenção nacional do partido, em julho.
Saiba o que dizem os cinco principais partidos que têm candidatos à Presidência da República sobre o uso de inteligência artificial e deepfakes, além das regras, limites e punições previstas pelo TSE: O que os principais partidos com candidatos à Presidência dizem: Partido dos Trabalhadores O Partido dos Trabalhadores (PT), que tem o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como candidato à reeleição, para saber o posicionamento da sigla sobre o uso de inteligência artificial.
Segundo o PT, dirigentes do partido tratam do uso de inteligência artificial nas campanhas eleitorais com muita cautela e esperam o posicionamento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), previsto para a próxima semana, para traçar sua estratégia sobre o tema.
Partido Liberal O g1 questionou o Partido Liberal sobre o uso de inteligência artificial nas campanhas eleitorais.
Como não recebeu resposta, também acionou a campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência da República, que se posicionou sobre o assunto.
O entendimento da campanha é de que a legislação eleitoral não tem e nem pode ter como objetivo proibir tecnologias e frear o uso de novas ferramentas já amplamente utilizadas.
Para a equipe de Flávio, preservar a higidez do ambiente informacional e não lutar contra o avanço tecnológico deve ser o norte interpretativo das regras.
A campanha também aponta que a inteligência artificial ampliou os recursos técnicos já disponíveis, como o uso de fantoches, animações, caricaturas, avatares, dublagens, charges, personagens digitais e representações gráficas.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Política.