Comia sanduíche de rato, o homem excêntrico da descoberta dos dinossauros
O estudo dos dinossauros se tornou uma atividade das massas.
Em Cambridge, por exemplo, por volta de 1.840, as coleções de besouros gerava tanta rivalidade como as competições de remo e críquete, os esportes mais populares então.
Os milionários não lançavam foguetes e nem criavam inteligência artificial, competiam pela glória de descobrir os maiores esqueletos de dinossauros.
É nesse clima de euforia desmedida pelos dinossauros que aparece a figura de William Buckland, o mais excêntrico caçador de dinossauros que o mundo conheceu.
O embate entre pesos leves e pesos pesados das igrejas.
Foi uma longa batalha.
A descoberta dos dinossauros antepôs cientistas e teólogos de um lado, contra a ordem das igrejas.
Prestem atenção: existiram inúmeros pastores e padres ao lado dos dinossauros.
Eram, todavia, “pesos leves”, sem poder algum.
Mas os poderosos chefes das igrejas os combatiam.
O problema estava na Bíblia.
Nada que lá não estivesse descrito não existia.
E a Bíblia não falava em criaturas terroríficas como os dinos.
O teólogo que comia sanduíche de rato.
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