Ação da Espaçolaser (ESPA3) perdeu quase tudo desde o IPO; agora, CEO revela a cartada contra a “Selic bizarra”
Em um Brasil de juros nas alturas, gerir a maior rede de depilação a laser do mundo virou um exercício diário de precisão financeira, admite Magali Leite , CEO da Espaçolaser (ESPA3) .
Com a Selic em 14% ao ano, cada decisão sobre onde colocar dinheiro precisa levar em conta o custo do capital — e, principalmente, quanto tempo esse investimento levará para voltar para o caixa.
“Como toda empresa alavancada no Brasil que sofre com essa Selic bizarra , a gente faz escolhas de Sofia aqui sobre onde fazer a alocação de capital”, afirmou a executiva, em entrevista exclusiva ao Seu Dinheiro .
CEO da Espaçolaser (ESPA3), Magali Leite.
Foto Divulgação A fala de Leite ajuda a traduzir a mudança de rota da companhia.
Em vez de apostar na abertura de lojas indiscriminadamente, a Espaçolaser passou a priorizar projetos capazes de entregar retorno mais rápido e a transformar tecnologia, meios de pagamento e eficiência operacional em novas alavancas para o negócio.
A estratégia, porém, ainda precisa enfrentar um desafio que aparece diariamente na tela do investidor: as ações da Espaçolaser continuam sob forte pressão na bolsa.
Os papéis ESPA3 acumulam queda de cerca de 33% desde o início do ano.
Desde a abertura de capital (IPO), em 2021, a desvalorização supera os 96%.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.seudinheiro.com — o conteúdo pertence a Seu Dinheiro.