A Black Friday já não é mais em novembro — e a ‘culpa’ é do consumidor
A Black Friday começa antes de novembro para metade dos brasileiros.
Segundo uma pesquisa recém-lançada pela LWSA ( LWSA3 ), realizada com 1.044 consumidores de todas as classes sociais e regiões do Brasil, 50% das pessoas já iniciam a busca por ofertas mais de 30 dias antes da data oficial.
Mais do que isso: 72% se preparam financeiramente para o evento.
Com isso, a Black Friday deixou de ser um evento de um dia e virou uma maratona de um mês.
Prova disso é que 54% dos entrevistados pretendem distribuir as compras ao longo de novembro, conforme as ofertas forem aparecendo, enquanto apenas 20% vão concentrar tudo na sexta-feira, 27 de novembro.
E mais: 47% admitem que podem deixar algum item para a Cyber Monday, a segunda-feira imediatamente seguinte.
Leia também: Black Friday terá mais pedidos, ticket menor e consumidor com IA de olho nos preços “Com 54% dos consumidores planejando distribuir as compras ao longo de novembro, a Black Friday deixa de ser um evento concentrado em um único dia”, afirma Marcelo Navarini, diretor do Bling, plataforma de negócios da LWSA.
“Para o lojista, isso exige antecipar decisões de estoque e preço, mas também preparar a operação para acompanhar as oscilações de demanda ao longo do mês.” A jornada que passa por todo lugar Se o tempo de decisão se alongou, os canais também se multiplicaram.
O consumidor começa a busca nos marketplaces (56%), passa por sites de marcas (42%) e aplicativos próprios (33%).
Mas, na hora de comprar, a ordem muda: sites das lojas lideram com 55%, seguidos por aplicativos (40%), marketplaces (37%) e lojas físicas (28%).
Novos pontos de contato também entraram na roda.
Plataformas de IA como ChatGPT, Gemini e Claude já são ponto de partida para 13% dos entrevistados.
Desses, 63% usam a ferramenta sempre ou frequentemente para pesquisar produtos.
E os resumos gerados por IA em buscadores como Google e Bing influenciam as decisões de 45% dos consumidores.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.infomoney.com.br — o conteúdo pertence a InfoMoney.