Emagreceu com a caneta? Veja o que importa para manter o peso depois
Durante anos, o maior desafio no tratamento da obesidade foi fazer as pessoas perderem peso.
Hoje, com os análogos do GLP-1, como a semaglutida , e os agonistas duplos GIP/GLP-1, como a tirzepatida , vivemos uma realidade diferente: milhões de pessoas conseguem emagrecer de forma significativa.
Surge então uma nova pergunta, talvez ainda mais importante: Como manter esse peso quando o efeito da medicação diminuir ou quando ela for interrompida? Essa talvez seja a maior preocupação dos pacientes atualmente.
E, do ponto de vista científico, ela faz todo sentido. +Leia também: Quando é a hora de parar de tomar Ozempic e Mounjaro? Especialistas explicam A obesidade é uma doença crônica caracterizada por alterações nos sistemas que regulam a fome, a saciedade e o gasto energético.
Quando uma pessoa emagrece, seu organismo interpreta essa perda como uma ameaça.
Continua após a publicidade Em resposta, surgem adaptações fisiológicas bem conhecidas: aumento da fome, redução da saciedade, diminuição do gasto energético e maior eficiência em armazenar energia .
Em outras palavras, o corpo tenta recuperar o peso perdido.
Os medicamentos ajudam justamente a reduzir essa pressão biológica.
Eles diminuem a fome, aumentam a saciedade e, em muitas pessoas, reduzem o chamado food noise — aquele pensamento constante sobre comida.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em saude.abril.com.br — o conteúdo pertence a Veja Saúde.