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Justiça Federal determina bloqueio de quase R$ 400 milhões em bens de empresas por danos ambientais em São Tomé de Paripe

G1 Bahia ·
Justiça Federal determina bloqueio de quase R$ 400 milhões em bens de empresas por danos ambientais em São Tomé de Paripe

Manchas azuis e amarelas seguem na praia de São Tomé de Paripe.

Arquivo pessoal A Justiça Federal da Bahia determinou o bloqueio de em bens das empresas investigadas por danos ambientais provocados na praia de São Tomé de Paripe, no Subúrbio de Salvador.

Segundo informou nesta quinta-feira (20) a Polícia Federal (PF), o montante aproximado é de R$ 387,6 milhões.

Em nota, a Gerdau informou que acompanha o caso de perto e reforçou que, neste momento, está dialogando com autoridades e órgãos competentes para a construção conjunta de uma resolução social e técnico-ambiental. (Leia nota na íntegra abaixo) A equipe de reportagem buscou também a Intermarítima, mas não tinha recebido retorno até a última atualização deste texto. 📲 Clique aqui e entre no grupo do WhatsApp do g1 Bahia Pelo menos desde fevereiro, manchas azuis e amarelas são vistas na faixa de areia e na água do mar.

Em maio, foi confirmada a contaminação por substâncias como Cobre e Nitrato.

A medida cautelar foi requerida pela PF no curso do inquérito que apura a situação.

A praia segue em situação de emergência, com recomendação de evitar banho e pesca.

Agora no g1 Conforme pontou a PF, as suspeitas incluem contaminação do solo, das águas subterrâneas, da faixa de praia e do ambiente marinho, por substâncias potencialmente poluentes, incluindo compostos nitrogenados e metais pesados.

As investigações tiveram início a partir de denúncias de moradores da região e de fiscalizações realizadas por órgãos ambientais que identificaram indícios de degradação ambiental relevante na área adjacente ao terminal portuário localizado em São Tomé de Paripe.

O que apontam as investigações As apurações apontam que a área afetada apresenta sinais de contaminação ambiental de caráter contínuo, com registros de afloramento de líquidos de coloração azulada, amarelada e esverdeada na faixa de areia.

Mostra ainda impactos sobre o ecossistema costeiro e sobre atividades econômicas tradicionais desenvolvidas pela população local, como pesca artesanal e mariscagem.

No curso da investigação, foram realizados exames periciais, análises laboratoriais e diligências de campo que identificaram elevados níveis de substâncias incompatíveis com os padrões ambientais aplicáveis, além de elementos técnicos que indicam a existência de fonte ativa de contaminação.

Os laudos produzidos também apontaram risco à biodiversidade, à saúde coletiva e à sustentabilidade ambiental da área investigada.

De acordo com o Laudo Pericial Criminal Federal, a degradação ambiental identificada demanda medidas complexas de contenção, remediação e recuperação ambiental.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Bahia.

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