Com atividades em Paripe e Arenoso, projeto aproxima autores de estudantes de escolas públicas de Salvador
Marcos Cajé e Regina Luz participam do projeto Bienal nas Escolas Divulgação Bienal do Livro Bahia Após reunir cerca de 130 mil visitantes durante sete dias de programação em 2026, a Bienal do Livro Bahia retomará o projeto Bienal nas Escolas, que leva escritores para encontros com estudantes da rede pública de Salvador.
As atividades acontecerão nos dias 25 e 26 de agosto, em parceria com as secretarias Municipal e Estadual de Educação.
A proposta é aproximar autores e leitores por meio de bate-papos, atividades literárias e contação de histórias, incentivando o hábito da leitura entre crianças e jovens.
Segundo Tatiana Zaccaro, diretora-geral da GL events Exhibitions, organizadora da Bienal do Livro Bahia, a iniciativa busca ampliar o alcance do evento para além do período oficial de realização. 📲 Clique aqui e entre no grupo do WhatsApp do g1 Bahia "Dessa forma, conseguimos manter vivo o espírito da Bienal durante o ano inteiro, sobretudo no que diz respeito ao incentivo à leitura entre as crianças e os jovens", afirmou.
Agora no g1 Regina Luz participa de encontro em Paripe A primeira atividade está marcada para a próxima terça-feira (25), às 14h, na Escola Municipal Mourão Sá, no bairro de Paripe.
O encontro terá a participação da escritora baiana Regina Luz, que conversará com crianças entre 5 e 7 anos sobre o livro "Meu Sonho, Cor do Luar".
Conhecida por abordar temas ligados à ancestralidade e ao protagonismo negro em suas obras voltadas para o público infantil, Regina também desenvolve projetos de incentivo à leitura e à escrita, entre eles o curso "Luz de Redação".
Antes da conversa com a autora, o ator, arte-educador e contador de histórias Raí Santana fará uma apresentação para os estudantes.
Marcos Cajé estará em colégio estadual no Arenoso No dia seguinte, quarta-feira (26), às 10h, o projeto chega ao Colégio Estadual Clarice Santiago dos Santos, no bairro do Arenoso.
A atividade contará com a presença do escritor Marcos Cajé, que falará para estudantes entre 14 e 18 anos.
Mestre em História da África, da Diáspora e dos Povos Indígenas pela Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), o autor abordará as obras "Uzuri, A Guerreira de Ketu" e "Kieza, Uma Princesa Quilombola".
Cajé é reconhecido por ter criado o termo Literatura Afrofantástica, gênero que reúne elementos da cultura afro-brasileira e africana em narrativas ficcionais.
Antes do encontro com o escritor, os alunos acompanharão uma sessão de contação de histórias conduzida pela pedagoga Lívia Góis.
Quem são os autores Natural de Salvador, Regina Luz é professora de literatura, arte-educadora e escritora.
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