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Açúcar bruto alcança maior nível em um ano acima de 17 centavos de dólar e depois recua; cacau sobe

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Açúcar bruto alcança maior nível em um ano acima de 17 centavos de dólar e depois recua; cacau sobe

Os contratos futuros de açúcar bruto na ICE atingiram a maior cotação em um ano nesta quarta-feira, superando 17 centavos devido a persistentes preocupações com o clima, antes de recuar no final da sessão, enquanto os futuros de café arábica e cacau subiram.

O açúcar bruto fechou em queda de 0,31 centavo, ou 1,9%, a 16,42 centavos por libra-peso, após ter atingido sua maior cotação desde junho de 2025, a 17,11 centavos, no início da sessão.

O Rabobank afirmou que o mercado está preocupado com o fato de que os dias perdidos de colheita no Brasil, principal produtor, em junho e, em parte, em julho, tenham aumentado os riscos de que mais cana-de-açúcar não seja colhida.

A perda na colheita se deve às chuvas excessivas associadas ao fenômeno El Niño, que, segundo participantes do setor, também está prejudicando o teor de açúcar na cana brasileira.

Além disso, o mercado está apreensivo com a atualização desta quinta-feira do serviço meteorológico dos Estados Unidos sobre o El Niño, afirmou o Rabobank, observando também que as chuvas na Índia, segundo maior produtor, permanecem 11,7% abaixo do normal devido ao fenômeno climático.

O açúcar branco caiu 0,9%, para US$506,90 por tonelada, após ter atingido sua maior cotação desde abril de 2025, a US$520,90.

O café arábica na ICE fechou em alta de 4,25 centavos, ou 1,3%, a US$3,1995 por libra-peso, após atingir na terça-feira uma máxima de três semanas de US$3,2755 por libra-peso.

A queda nos estoques certificados pela ICE, que permanecem nos níveis mais baixos desde o final de 2023, continua a sustentar o preço do café, com os corretores afirmando que há pouca esperança de que os estoques sejam repostos em breve.

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