Sambista pantaneira Dora Rosa estreia em Curitiba com show sobre ancestralidade
Caixa Cultural apresenta a sambista pantaneira Dora Rosa, sexta atração do projeto Samba de Bamba, que chega pela primeira vez a Curitiba para uma única apresentação na próxima terça-feira, dia 22, às 20 horas, no teatro da Caixa Cultural (R.
Conselheiro Laurindo, 280 – Centro).
Nascida em Cuiabá (MT), ela preparou o espetáculo “Pelas Veias do Brasil” e convida o público para uma viagem musical por suas memórias, referências e raízes.
O repertório foi pensado a partir de releituras de canções do seu álbum de estreia, Vento Bom , e de sambas que fazem parte de sua trajetória e de sua ancestralidade indígena pantaneira e de sua vivência no Candomblé.
Os ingressos, com preços populares de R$20 e R$10 (meia entrada), estão à venda nas bilheterias da Caixa ou on-line pelo site Bilheteria Digital .
No palco da Caixa, Dora será acompanhada por quatro músicos.
Glória Salim e Maya Alves que, além de instrumentistas, também revelam suas qualidades como intérpretes do samba, num diálogo musical com Dora ao longo do espetáculo.
Na percussão, a força e a pulsação de Raquel Moreira, uma das figuras de destaque da percussão feminina do Rio de Janeiro.
A direção musical é do violonista João Paulo Bittencourt, maestro e irmão musical de Dora Rosa.
No espetáculo ela vai cantar o samba inédito “Pelas Veias do Brasil”, composição de Wantuir Cardeal e Nikin Azevedo.
A canção surge como um canto de ancestralidade, resistência, identidade e celebração da diversidade que pulsa pelas veias do Brasil.
Bate-papo musical Dora Rosa é cantora de samba tradicional, compositora, pesquisadora, radialista e produtora cultural.
Graduada em Ciências Biológicas, atua desde 2014 no fortalecimento do protagonismo feminino dentro do samba, desenvolvendo projetos que dialogam com a diversidade cultural, a preservação da memória e a democratização do acesso à cultura.
Sua atuação como pesquisadora, vinculada ao Observatório de Favelas, dedica-se ao mapeamento das rodas de samba femininas e ao estudo das práticas afro-diaspóricas no Rio de Janeiro, contribuindo para a valorização das sambistas e para a preservação da memória cultural brasileira.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.bemparana.com.br — o conteúdo pertence a Bem Paraná.