sexta-feira, 9 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› Biorrepositório brasileiro pode ajudar a personalizar a prevenção do câncer no SUS› Método ‘verde’ usa solvente à base de açúcar para extrair bioativos da casca do guaraná› Estudo sobre imunidade, metabolismo e saúde hormonal busca voluntários› VÍDEO | Enxertia cria ‘memória’ de defesa contra doença dos citros› Instituto Weizmann de Ciências oferece bolsa de pós-doutorado› Science Communication in Transition: Strategies, Responsibilities and Emerging Challenges in Germany and Brazil› Olhares latinoamericanos – Por que uma integração entre Política e Ciência é importante para a Sociedade?› Coreia do Sul acusa Pyongyang e cobra medidas sobre explosão de mina na fronteira› Site oferece criptomoedas por posts favoráveis a Flávio Bolsonaro› Primeiro Datafolha do segundo turno mostra Flávio com 52% e Lula com 48%› Biorrepositório brasileiro pode ajudar a personalizar a prevenção do câncer no SUS› Método ‘verde’ usa solvente à base de açúcar para extrair bioativos da casca do guaraná› Estudo sobre imunidade, metabolismo e saúde hormonal busca voluntários› VÍDEO | Enxertia cria ‘memória’ de defesa contra doença dos citros› Instituto Weizmann de Ciências oferece bolsa de pós-doutorado› Science Communication in Transition: Strategies, Responsibilities and Emerging Challenges in Germany and Brazil› Olhares latinoamericanos – Por que uma integração entre Política e Ciência é importante para a Sociedade?› Coreia do Sul acusa Pyongyang e cobra medidas sobre explosão de mina na fronteira› Site oferece criptomoedas por posts favoráveis a Flávio Bolsonaro› Primeiro Datafolha do segundo turno mostra Flávio com 52% e Lula com 48%
Saúde

Paternidade e doenças raras: quem fica ao lado da mãe e da criança?

Veja Saúde ·
Paternidade e doenças raras: quem fica ao lado da mãe e da criança?

O nascimento de um filho costuma ser acompanhado de sonhos, expectativas e planos cuidadosamente desenhados pela família.

Mas, para algumas delas, esse roteiro muda de forma abrupta quando chega o diagnóstico de uma doença rara , de uma síndrome genética ou de um transtorno do neurodesenvolvimento, como o autismo .

É nesse momento que uma nova realidade se impõe.

Consultas frequentes.

Exames complexos.

Terapias contínuas.

Adaptações na rotina, na vida profissional e nas finanças da família.

O diagnóstico passa a exigir muito mais do que conhecimento médico: exige reorganização emocional, parceria e presença.

No mês dos Pais , vale fazer uma reflexão que vai além das homenagens.

Quando uma criança recebe um diagnóstico que mudará sua vida para sempre, quem permanece ao lado dela? E, principalmente, quem permanece ao lado da mãe? Essa é uma pergunta desconfortável, mas necessária.

Embora não existam dados que demonstrem que o abandono paterno seja uma consequência inevitável do diagnóstico, profissionais que acompanham famílias atípicas convivem diariamente com histórias de pais que se afastam emocionalmente , deixam de participar das terapias, das consultas e das decisões sobre o tratamento ou transferem integralmente a responsabilidade do cuidado para as mães.

Continua após a publicidade Em outros casos, o abandono é físico.

Ler a notícia completa no Veja Saúde ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em saude.abril.com.br — o conteúdo pertence a Veja Saúde.

Mais de Veja Saúde

Ver tudo ›

Mais em Saúde

Ver tudo ›