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De massageador a animal: o que fica esquecido nos locais movimentados da Capital

Campo Grande News ·
De massageador a animal: o que fica esquecido nos locais movimentados da Capital

Envolvidas em cada vez mais funções, as pessoas andam se esquecendo de quê em locais de grande circulação? O Campo Grande News esteve na rodoviária, num hipermercado, no maior parque urbano de Campo Grande e conversou com funcionários de um shopping e do Aeroporto Internacional da Capital para descobrir.

A primeira parada foi o terminal rodoviário, onde passam cerca de 3,2 mil pessoas todos os dias.

Os objetos encontrados mais recentemente ficam no setor administrativo, já aqueles que passam dias sem que os donos os procurem são levados até uma sala de achados e perdidos localizada aos fundos dos pontos de embarque e desembarque dos ônibus.

Fora malas, mochilas e sacolas com roupas, cobertores e travesseiros esquecidos, muletas e bengalas também ficam para trás.

Os funcionários se impressionam com a frequência com que elas são encontradas.

Resta uma bengala perdida na sala.

Caso ela não seja resgatada logo, será doada, assim como outros itens que estão há até dois meses na sala.

Quem recebe as doações e as direciona a entidades beneficentes da Capital é a SAS (Secretaria Municipal de Assistência Social).

Até coelhos - Segundo o gerente da rodoviária, Diego Zottos, os itens mais inusitados entre os “esquecimentos” no terminal são bichos: cães, gatos e até coelhos.

Em alguns casos, é questão de distração mesmo e a pessoa volta para buscar, em outros, a justificativa é o desconhecimento das regras de viagem ou a falta de dinheiro para pagar pelo transporte deles.

Parte dos animais deixados na rodoviária foi descartada indevidamente por quem deveria cuidar deles.

“Geralmente, quem deixa são imigrantes que não conhecem a legislação ou pessoas mais humildes que não sabem que é preciso apresentar a carteirinha de vacinação e comprar a passagem para os animais viajarem, desde que estejam acondicionados numa caixa e numa outra poltrona”, ele detalha.

Algumas empresas de ônibus aceitam receber metade do valor da passagem para os bichinhos viajarem ao lado dos tutores, mas depende da lotação do ônibus e de negociação no guichê.

Um coelho filhote foi deixado na semana passada e levado ao CCZ (Centro de Controle de Zoonoses).

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.campograndenews.com.br — o conteúdo pertence a Campo Grande News.

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