Goleiro Bruno processa Band por “perseguição” por reportagens sobre caso Eliza Samudio
Condenado pelo assassinato de Eliza Samudio , ocorrido em 2010, Bruno Fernandes , conhecido como goleiro Bruno , move uma ação contra a Band na Justiça do Rio de Janeiro e pede uma indenização de R$ 4 milhões.
O ex-jogador afirma ser alvo de uma série de reportagens exibidas desde 2022 no programa Melhor da Tarde e sustenta que a emissora estaria promovendo uma perseguição contra ele.
Além da Band, a apresentadora Catia Fonseca, que deixou a emissora em 2025, também é ré no processo.
Ela é citada em razão de comentários feitos durante o programa a respeito de Bruno e da relação dele com o filho que teve com Eliza, Bruno Samudio.
A ação tramita na 1ª Vara Cível da Comarca de Cabo Frio, vinculada ao Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ).
Procurada por e-mail e telefone pela reportagem dso F5, da Folha por quatro vezes desde a manhã desta segunda-feira (10), a defesa de Bruno não respondeu aos contatos.
Band e Catia Fonseca informaram que não comentam processos judiciais em andamento.
Bruno questiona reportagens e comentários No processo, Bruno contesta reportagens e vídeos publicados pela Band que abordam sua imagem e acontecimentos relacionados à morte de Eliza Samudio.
O ex-goleiro também questiona uma declaração feita por Catia Fonseca durante o Melhor da Tarde , na qual a apresentadora o criticou por não pagar pensão ao filho.
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