Cury promete indicar duas mulheres ao STF se for eleito
"As mulheres representam o ouro da humanidade", afirmou o candidato à Presidência
Whastapp Facebook Linkedin Twitter COMPARTILHAR Augusto Cury (foto), à Presidência da República pelo Avante, revelou nesta quarta-feira, 19, que pretende indicar duas mulheres ao Supremo Tribunal Federal (STF) caso seja eleito.
O próximo presidente terá a prerrogativa de indicar quatro ministros para a Corte.
“As mulheres representam o ouro da humanidade. Sem elas, nossos céus não teriam estrelas, nossas manhãs não teriam orvalhos. Elas são tão importantes que eu vou encorajá-las não apenas a participarem da política, mas também vou encorajá-las na gestão particular e privada. Está provado, segundo o FMI, quando as mulheres entram, aumentam de 5% a 20% a produtividade nas empresas. No STF, os próximos dois ministros não serão homens, serão mulheres, se eu estiver sentado na cadeira de presidente” , disse o psiquiatra durante sabatina no SBT Brasil.
Na segunda, 17, Cury afirmou que o Brasil vive um sistema de governo parlamentarista e defendeu que o país deveria ter um primeiro-ministro como o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos).
“Não dá mais para termos um país presidencialista, onde o presidente é o superpresidente. Ele interfere em todas as áreas: economia, política externa e milhares de problemas para ser resolvido no dia-a-dia. Todos os países que se desenvolveram ou foram semipresidencialistas, com um presidente como chefe de Estado e um primeiro-ministro, ou parlamentaristas de fato”, disse ao portal Metrópoles.
“Eu gosto muito do Tarcísio e acho que deveria ter alguém no nível dele para ser um primeiro-ministro. E o presidente nos estratégicos, forças armadas e políticas externas. Assim, certamente, o Brasil será um país muito mais moderno” , acrescentou.
Segundo Cury, o primeiro-ministro cuidaria da “gestão, até para administrar o orçamento que é cooptado pelo Congresso e com indicadores de eficiência, porque não adianta só parlamentares terem uma parte do orçamento” .
Na última semana, Cury cadastrou no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) seu plano de governo.
Em três momentos, o texto afirma que ele é o “ psiquiatra mais lido do mundo “.
Sua candidatura é tratada como um gesto de voluntarismo para curar a dor alheia.
“ Por que eu, que sou publicado em mais de 90 países, considerado o psiquiatra mais lido do mundo , e que poderia viver confortavelmente em qualquer um destes países, coloquei-me como candidato à Presidência da República, em um ambiente tão tóxico e que, sinceramente, não amo? Porque aliviar a dor dos brasileiros é mais importante do que o meu conforto. E porque a omissão daqueles que podem contribuir é mais cruel do que a ação dos radicais e daqueles que procuram destruir… “, diz o texto.
Cury lista uma série de filósofos de maneira apressada e descontextualizada, como se tudo o que eles produziram convergisse para sua própria tese.
“ Kant diria que a maturidade humana começa quando temos coragem de usar o próprio entendimento. Nietzsche advertiria que multidões podem transformar a covardia em virtude e o ódio em identidade.
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