Método de ‘cadáver fresco’ otimiza treinamento médico e cirurgia robótica
Dados divulgados pela Associação Médica Brasileira (AMB) revelaram que o número de cirurgias robóticas no Brasil aumentou 417% entre 2018 e 2022 , em comparação com o período de 2009 a 2018.
Nesse contexto, o Instituto de Anatomia Robótica e Treinamento (IART) foi inaugurado, em março deste ano, com o objetivo de capacitar médicos por meio de treinamentos com “cadáveres frescos” e tecnologias robóticas.
Os chamados “cadáveres frescos” são corpos preservados por congelamento, e não por formaldeído.
Essa forma de conservação permite preservar melhor as estruturas anatômicas do corpo.
Isso possibilita que os profissionais de saúde simulem intervenções cirúrgicas e até procedimentos estéticos de maneira muito mais próxima da realidade.
O uso de formaldeído, por sua vez, pode provocar alterações como rigidez dos tecidos, além de mudanças na cor e na textura.
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