sexta-feira, 16 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› Jódar pede desculpas a boleiro, vai à semi em Xangai e se aproxima de vaga no ATP Finals› Pigossi e Bohrer buscam título de duplas sobre o saibro europeu› Medvedev oscila, vence Paul em 3 sets e joga 70ª semi da carreira› Mauro Cezar: Flamengo não faz investimento para apresentar um jogo desse› 'Escolhemos o mais rápido', diz chefe da Haas sobre Rafael Câmara› Ex-presidente do Barça admite exagero ao falar de Messi e não se desculpa› Ex-atleta olímpica passa 22 horas por dia na cama após descobrir doença› Stefani e Dobrowski vão à semi em Wuhan e se aproximam de liderança de ranking do ano› Jornal espanhol detona Vini Jr em meio a má fase: 'Fundo do poço'› São Paulo, Uberlândia, Santa e Inter: a SAF como elemento de (des)conexão› Jódar pede desculpas a boleiro, vai à semi em Xangai e se aproxima de vaga no ATP Finals› Pigossi e Bohrer buscam título de duplas sobre o saibro europeu› Medvedev oscila, vence Paul em 3 sets e joga 70ª semi da carreira› Mauro Cezar: Flamengo não faz investimento para apresentar um jogo desse› 'Escolhemos o mais rápido', diz chefe da Haas sobre Rafael Câmara› Ex-presidente do Barça admite exagero ao falar de Messi e não se desculpa› Ex-atleta olímpica passa 22 horas por dia na cama após descobrir doença› Stefani e Dobrowski vão à semi em Wuhan e se aproximam de liderança de ranking do ano› Jornal espanhol detona Vini Jr em meio a má fase: 'Fundo do poço'› São Paulo, Uberlândia, Santa e Inter: a SAF como elemento de (des)conexão
Últimas

China afirma que Israel deve interromper "estabelecimento forçado" de assentamentos na Cisjordânia

UOL Notícias ·
China afirma que Israel deve interromper "estabelecimento forçado" de assentamentos na Cisjordânia

PEQUIM, 16 Out (Reuters) - O ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, ​disse ao presidente israelense Isaac ​Herzog que Israel deveria interromper e reverter o “estabelecimento forçado” de assentamentos na Cisjordânia.

A China sempre defendeu ​que a ⁠questão ​palestina é a maior injustiça histórica ⁠deste século, afirmou Wang ​a Herzog durante uma reunião no Azerbaijão, de acordo com um comunicado ‌divulgado pelo Ministério das Relações ‌Exteriores ​da China na sexta-feira.

Herzog declarou em uma postagem no X que a reunião, ‌realizada na quinta-feira, teve como foco “as relações entre nossos países e a situação no Oriente Médio”. Seu gabinete se recusou a comentar quando questionado sobre as discussões relativas à Cisjordânia ou aos palestinos.

Wang afirmou que promover ‌a paz e a reconciliação na região é a “pedra angular” da política da China ​para o Oriente Médio.

A China acredita que a “solução de ‌dois Estados” é o caminho certo para uma resolução e que a prioridade imediata ‌é abrir totalmente o ‌acesso à Faixa de Gaza para que não se ⁠permita que uma “catástrofe” humanitária se espalhe, acrescentou Wang.

A China está disposta a trabalhar com a comunidade internacional para pressionar todas as partes ​a retomarem o ​diálogo e as consultas o mais rápido possível e buscarem uma solução política para o conflito, disse Wang.

A China há muito tempo é defensora da causa palestina e também mantém laços estreitos com ⁠o principal adversário regional de Israel, o Irã.

O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL.

Ler a notícia completa no UOL Notícias ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em noticias.uol.com.br — o conteúdo pertence a UOL Notícias.

Mais de UOL Notícias

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›